sábado, 30 de março de 2013

Estudo dos Ancestrais faz bem à alma.


Tem um antropólogo conterrâneo, Pouso Alegre - MG, Roque de Barros Laraia, que publicou em seu livro “Cultura- Um Conceito Antropológico”, pela Editora Jorge Zahar Editor, que diz:  “Todos nascemos com um equipamento para viver mil vidas, mas terminamos no fim tendo vivido uma só ”.

Achei muito interessante esta observação quando a li e sublinhei em 1989 quando estudava jornalismo na FAFIEP. Hoje, diante das sutilezas, idiossincrasias e semelhanças que descubro e identifico com a pesquisa e a cultura de meus ancestrais sardos, posso afirmar em minhas crenças que a vida não se encerra em uma só, mas dá continuidade nos descendentes, tornando todos num único espírito de criação divina. Este significado maior só a Deus pertence. E são tão sutis estas mensagens da transmissão cultural, que se revelam como pegadas de Deus na areia, que se apagam à medida que o homem moderno, sem tempo, deixa de as perceber no dia-a-dia. E é enxergando desta forma, que meus dias estudando os ancestrais e revendo minha história de quase meio século, passaram a ter mais brilho...

sexta-feira, 29 de março de 2013

Crença na Sardenha - Herança antiga.


Segundo a pesquisadora Lucinha Dettori, na Sardenha, especialmente no interior, antigas tradições mágicas persistem, muitos ainda confiam nas soluções sobrenaturais, assim como na medicina popular. Ainda existem algumas regras que refletem na vida em muitos aspectos, como certos ritos dos tempos pagãos, hábitos  este que nunca mudaram, fazendo uso de magias, orações e fórmulas propiciatórias: sos berbos (obrebus).

Isto é muito curioso, pois desde pequeno e sem saber de onde vinha este hábito ou dom, fazia imposição das mãos para curar e usava das orações para isto, principalmente contra dor de cabeça. Minha esposa que o diga. Quando olhei esta foto e legenda, durante a leitura do texto que aponta este antigo hábito da Sardenha, compreendi mais uma das heranças que não se apagam, está no inconsciente dos descendentes sardos estas crenças e religiosidade, tão comum e enraizada em antigas origens. Por isto, a cada dia que segue, descobertas nos fazem aproximar de nossos ancestrais e também da cultura riquíssima e bela que da Sardenha. 

Fonte : PRENDAS DI SARDEGNA  – http://www.prendasdesardegna.it


A foto é da sra. Burcei Marcia Virginia que realiza o rito para as dores de cabeça, fotografada por Charles Ballocco.



Tradições da Sardenha - Rica cultura


Este vídeo do Youtube mostra bonitas imagens e a Tradição milenar e encantadora da Sardenha. 
Vale a pena conhecer.


quarta-feira, 27 de março de 2013

Amigos para Sempre, os Imigrantes.


Dos italianos que vieram da Ilha da Sardenha (Itália) para Leopoldina, MG, Brasil em 1897, temos as famílias: Agus, Cadeddu, Cappai, Cucco, Duana, Fanni, Fois, Gessa, Lai, Mona, Picci, Porcu, Locci, Vargiolo e Zotti. Não são tantas famílias frente à grande quantidade de italianos do continente.

Uma atenção se volta para a Família Fanni (Família de Giuseppe Fanni), que entrou na Hospedaria dos Imigrantes Horta Barbosa de Juiz de Fora no mesmo dia, mês e ano que o bisavô (bisnonno) Giuseppe Cappai e sua família.

Giuseppe Fanni nasceu por volta de 1858 em Villasalto, Cagliari, Sardegna, Italia. Passou ao Brasil pelo vapor Aquitaine, sendo registrado na Hospedaria Horta Barbosa a 28 de junho de 1897. Saiu da Hospedaria com destino a Argirita, MG. Três de seus filhos nasceram em Villasalto, sendo: Salvatore Fanni nasceu por volta de 1889, Giuseppino Fanni nasceu por volta de 1892 e Pasqualina Fanni nasceu cerca de 1895.

Apesar de atravessar o oceano em navios diferentes, ambas as famílias (Fanni no vapor Aquitaine e a Cappai no vapor Equitá) vieram de Villasalto (Sardenha); deram entrada no mesmo dia na Hospedaria dos Imigrantes em Juiz de Fora e foram destinadas para o mesmo local de trabalho, em Argirita. Certamente estas duas famílias eram conhecidas ou até amigos, uma vez que Villasalto era e continua sendo uma pequena cidade com menos de 1400 habitantes.

Possivelmente na localização do cemitério onde foram enterrados meus bisavós, consiga localizar estes imigrantes da Família Fanni, afinal as duas famílias tinham filhos pequenos e, decerto, uma dava apoio para a outra. Segue a linha de pesquisa, sempre com novidades...



quinta-feira, 21 de março de 2013

Homenagem a Villasalto - Música boa...



Viva Villasalto, la terra dei miei antenati...

Felice a villasalto / Elmelo


domingo, 17 de março de 2013

Site Oficial Villasalto - Link

Este é o site oficial do Comune (Município) de Villasalto, Sardenha, onde nasceu toda a família de meu bisavô (bisnonno) GIUSEPPE CAPPAI, a minha bisavó (bisnonna) MARIA ANNICA CAPPAI e meu avô (nonno) RAFFAELE CAPPAI.

Villasalto é uma cidade na ilha da Sardenha, com história milenar e com paisagens deslumbrantes. Se Deus quiser pisarei nas terras de meus ancestrais em breve, visitarei museus, caminharei pelas ruas, subirei o Monte Genis e seus arredores, conversarei com os idosos de Villasalto e, numa limpeza das almas, tomarei um banho nas águas do mediterrâneo. O objetivo é uma expedição por toda ilha, contornando de carro as estradas da Sardenha na melhor viagem de minha vida, porque parte de minha alma sempre esteve na ilha...

Site oficial de Villasalto
LINK:  http://www.comune.villasalto.ca.it/


sábado, 16 de março de 2013

A Atlântida na Sardenha - Ilha Paraíso.

Há uma teoria um tanto inusitada do pesquisador italiano Sérgio Frau, que aponta a Ilha da Sardenha como a Atlântida de Platão. Segundo ele, a história da Sardenha é a que mais se assemelha aos elementos do mito de Platão. Alguns indicativos históricos significativos são:

1) Platão cita que a Atlântida como a "Terra das Torres". A Sardenha possui milhares de torres espalhadas pela ilha, conhecidas como "Nuraghi", milenares e misteriosas. Estas torres podem ser vistas no Google Images e impressionam.

2) A história da ilha se perde no tempo, a 6000 anos aC, em períodos que a ilha era utilizada por comerciantes, corsários e navegantes que usavam a ilha para descansar a noite, devido à sua beleza e calmaria paradisíaca. No inicio era para prosseguir e, posteriormente, acabaram ficando;

3) A localização original da "Coluna de Hércules" seria o canal da Sicília, onde a coluna fechava o Mar do Mediterrâneo;

4) Platão acentuou a longevidade do povo de atlante, o que chama atenção ainda mais para a Sardenha. É o  lugar no mundo onde há mais centenários, 22 a cada 100 habitantes; o que chama atenção dos geneticistas.

E quem será o "giganti di monti prama" descoberto por acaso em março de 1974, em uma caverna da ilha? O que esconde por trás dos seus olhos enigmáticos? Será um habitante de Atlântida? Até hoje, não se tem respostas ou será apenas um guerreiro da era nurágica?

Uma entrevista com este pesquisador pode ser assistida neste LINK: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=rFv8z2m9NP4   e continua neste  http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=5_9FEM7p3Aw



quinta-feira, 14 de março de 2013

CAPPAI - Sobrenome Sardo, de origem hebraico muito antigo.

CAPPÁI cognome per la cui etimologia Pittau suppone un toscano *cappaio 'fabbricante di cappe', che però nessun vocabolario registra. Egli comunque ricorda che il cognome è registrato nel condaghe di Bonarcado come Capai, Capay, Cappai, Cappay. Ciò basta a dimostrarne l'alta antichità, sicuramente preromana, non solo per il suffisso -i tipicamente ebraico, ma principalmente per la base accadica kappu(m) 'ala, mano, palmo della mano'. EBD registra l'ebraico Gabbai 'tesoriere', cognome diffusissimo tra gli Ebrei. Vedi al lemma cappa.

Tradução para o Português:

CAPPAI nome para a etimologia de uma Pittau toscana suposto * 'fabricante de capas' cappaio, mas não há registros de vocabulário. No entanto, ele lembrou que o apelido está registrado em condaghe Bonarcado como Capai, Capay, Cappai, Cappay. Isto é suficiente para provar a alta antiguidade, certamente tempos pré-romanos, não só para o sufixo “i” tipicamente judaico, principalmente para o acadiano base de Kappu (m), mas 'asa, palma de mão, da mão ". EBD registra 'tesoureiro' do Gabai judaica, sobrenome generalizado entre os judeus. Veja a cappa lema.


O trabalho deste linguista sobre o “Judaísmo na Sardenha”, corrobora o trabalho do escritor de Macon, Zara, que sugere a origem hebraica “Gabai”, tribo de Benjamim, citada na Bíblia (Neemias 11:18), como uma das família escolhidas para ocupar a cidade de Jerusalém. (Orígem judaica: GABBAJ, em hebraico significa tesoureiro). Numa outra "tradução" mais leiga e recente do sobrenome CAPPAI no idioma sardo significa "Fazedor de Capas", o que está muito próximo do ofício de "Tesoureiro". Estas colocações comprovam a origem muito antiga do sobrenome CAPPAI, presente na história da ilha da Sardenha.


TÍTULO:    SEZIONE EBRAISMO IN SARDEGNA.

Papa Argentino - Chiste entre os latinos.

A velha "rivalidade" no futebol Brasil x Argentina, já começou a render charges logo após o anúncio do Papa argentino eleito, Francisco. É antiga a rivalidade Maradona x Pelé, no país que faz divisa (velhos amigos de vizinhança), mas sempre no tom de brincadeira, um chiste; mas não ia passar em branco o Papa argentino. E aproveitando a deixa da conhecida crise no Vaticano, vou postar apenas uma das primeiras que veio no Google  Images hoje pela manhã, parando por ai, porque o sangue latino não vai dar trégua de nenhum dos dois lados...

Viva a los hermanos na América Latina!!!
Parabéns aos argentinos e ao mundo.
Que o bom Francisco perdoe a todos.


quarta-feira, 13 de março de 2013

HABEMUS PAPAM ! Viva América Latina!


A Igreja Católica tem um novo Papa, o argentino Jorge Mario Bergoglio, de 76 anos. Representante da linha jesuíta e progressista na Igreja, ele se torna o primeiro pontífice sul-americano. O novo Papa, adotou o nome de Papa Francisco I, em homenagem a São Francisco de Assis. Ele ocupava o cargo de arcebispo da Arquidiocese de Buenos Aires, desde 28 de fevereiro de 1998.

O novo papa é formado em engenharia química. Após a formatura, ele escolheu o sacerdócio, entrando para o seminário em Villa Devoto, na Argentina. Bergoglio ingressou no noviciado da Companhia de Jesus (de jesuítas) em março de 1958. Ele ainda estudou humanidades no Chile em 1963, retornando logo depois para Buenos Aires. Bergoglio foi também professor de literatura e psicologia no Colégio Imaculada Conceição de Santa Fé, entre 1964 de 1965, e em um colégio de Buenos Aires em 1966. O novo papa deixou a carreira de docente e dedicou-se ao estudo de teologia de 1967 a 1970, sendo ordenado sacerdote em 13 de dezembro de 1969.

Nossas felicitações ao novo Papa. Que Deus ilumine seus passos e dê coragem para enfrentar as dificuldades dos novos tempos e neste novo caminho, que sabemos ser repleto de espinhos. Que lhe sigam a humildade e a perseverança de São Francisco de Assis.

Parabéns a todos os católicos, a mundo cristão e aos hermanos argentinos.

Leia mais:




ECOS DA SARDENHA – Simpósio une a Ilha ao Brasil.



Um dos principais seminários sobre destinação final de resíduos sólidos, o Simpósio Internacional da Sardenha, ocorre na ilha italiana da Sardenha a cada dois anos. Trata-se de um dos mais importantes eventos do setor de Gestão, tratamento e destinação final de resíduos sólidos; cujas repercussões e tendências são trazidas ao Brasil (SP) pela ABLP, no Seminário Ecos da Sardenha.

Desde 2010, com o apoio da IWWG (International Waste Working Group), o evento passou a contar com palestrantes internacionais, de modo a difundir e discutir novas tecnologias nas áreas de tratamento e destinação final de resíduos.

Em sua quinta edição, o Ecos da Sardenha foi realizado em São Paulo, de 26 a 29 de agosto de 2012. Na programação, houve cursos, palestras e debates sobre o que foi apresentado na Itália, além de trabalhos de técnicos brasileiros sobre gestão, tratamento e destinação final. Entre os temas estão o tratamento de chorume, a aplicação de geossintéticos, o gerenciamento de resíduos da construção civil e o aproveitamento do biogás.

Acompanhe em 2013 as novas tendências e descobertas neste segmento ambiental.




Sardenha - Onde todas as paisagens da Europa se encontram

Link interessante com paisagens fantásticas da ilha da Sardenha, complementando com informações importantes. Vale a pena dar uma conferida.




terça-feira, 12 de março de 2013

Geografia do Paraíso - Sardenha

Para  aqueles que desejam pesquisar a geografia da Itália e, em detalhe, a Sardenha, estou postando os mapas com melhor definição.

A cidade de Villasalto, onde nasceu o avô (nono) RAFAELLE CAPPAI, o bisavô (bisnonno) GIUSEPPE CAPPAI e a bisavó (bisnonna) MARIA ANNICA GESSE, está localizada ao sul da ilha da Sardenha, a 62 quilômetros da capital Cagliari.

Sardenha é uma das mais belas ilhas do Mediterrâneo, que eu considero o "Paraíso" na terra. Cada vez que pesquiso sobre esta ilha, mais eu encanto e curto a ideia de conhecer cada canto dela. Deus estava inspirado  quando fez esta ilha...




Consulta sobre a Sardenha:   http://pt.wikipedia.org/wiki/Sardenha



domingo, 10 de março de 2013

CARNAVAL 2013 - Imigração virou Samba Capixaba.


Samba-enredo da escola de samba Tradição Serrana
"Os sonhos dos imigrantes viraram realidade. Tradição na passarela canta a tarantela"
Compositor: Flavio
Letra:

Vieram de alem mar
Atravessaram o oceano
Sem saber nem o rumo que iam tomar
Só as lavouras de café, a esperar
No principio foi difícil
Mas valeu o sacrifício
Pois se apaixonaram então
Por esse clima tão ameno e saudável
E a fertilidade desse chão

Com muita fé em São Genaro
Nas fazendas se espalharam
Por toda essa grande nação
E em terras frias capixabas se instalaram
Trazendo cultura, seus costumes e tradição
Contribuindo com a miscigenação

Pois a Mão na massa, com garra e com raça
Bem sucedido em variadas profissões
Esse povo ordeiro, amigo e festeiro
Da nossa terra fez sua grande paixão                   
No frio da neblina tocam concertina
Que o fazem lembrar a terra natal
Numa canção tão linda e singela
Retratando a tela do meu carnaval

Hoje a nação italiana
Vem feliz brilhar na passarela                                 
Vem cantar com a Tradição Serrana
Numa só voz ao som da Tarantela

Sardenha - Vida longa no Paraíso


Há décadas, os cientistas investigam o que há por trás de tanta longevidade na Sardenha, onde existe 22 centenários a cada 100 mil pessoas. A média de vida na Sardenha é de 81,2 anos e a taxa de doenças cardiovasculares e de osteoporose são mais baixas que no resto da Itália.

A família mais velha do mundo mora na ilha da Sardenha, na Itália, e é formada por nove irmãos cujo soma das idades chega a 818 anos. A família Melis, originária da pequena cidade de Perdasdefogu, na região de Ogliastra, na Sardenha, foi reconhecida pelo Livro dos Recordes Guinness como a mais velha do mundo.

O professor de Bioquímica Clínica da Universidade de Sassari, Luca Deiana, investiga o "AKeA", termo que provém da saudação em língua sarda "a kent'annos" ("até os cem anos").

Enquanto os resultados do estudo não são divulgados, Deiana diz que o segredo dos centenários sardos conta com uma boa dose de genética, mas também com "os frutos saudáveis de sua terra, como as peras e as ameixas, que contêm substâncias que podem contribuir para a longevidade".

Além disso, o estudo também analisa o equilíbrio entre "meio ambiente e cultura" na Sardenha. "Estamos realizando uma série de estudos sobre os campos magnéticos presentes em várias áreas da Sardenha, mas também levamos em conta a cultura familiar, entendida não como educação, mas como tradições e costumes", concluiu Deiana.

Sobre a longevidade na Sardenha, é possível ver a matéria do Fantástico no Youtube, basta acessar o LinK: http://www.youtube.com/watch?v=aaggoHP8m0Q

A Dieta que é um presente do Mediterrâneo


Você acreditaria que uma dieta na qual se pode comer pão, queijo, carnes, ovos e ainda por cima beber vinho todos os dias ajuda a prevenir doenças do coração, os cânceres de cólon e de seios, mantém baixos os níveis de colesterol e controla o seu peso? Esta dieta existe e ela se chama “Dieta do Mediterrâneo”.

Esta dieta é considerada a mais saudável do mundo, tem pelo menos três mil anos de prática pelos povos da bacia do Mediterrâneo. Inúmeros estudos apontam os benefícios a seus seguidores.

O Mediterrâneo, inserido nele a Sardenha, é uma espécie de oásis com a Natureza em todo o seu esplendor, plena de sol, prados e mar. Tudo isso se reflete na sua culinária repleta de cor, aromas e sabor.

Por esse motivo, há pedidos de países da União Européia para que a Dieta mediterrânea venha a ser considerada Património Cultural Não Material da Humanidade.

Estudos na Universidade de Bordeaux, na França, em 1997, provaram que a alimentação com base na dieta mediterrânea pode prevenir em até 70% o risco de um ataque cardíaco.
Variações desta dieta existem em todos os países banhados pelo Mediterrâneo. 

A diferença com outras dietas está na frequência com que os alimentos devem ser consumidos, ao longo de um mês. O hábito alimentar do brasileiro, centrado no consumo quase diário de carne vermelha, ganharia em qualidade e economia.

Pesquise na Internet, terá muitos sites orientando a respeito. Converse com seu médico ou nutricionista. 

LINK:  http://www.youtube.com/watch?v=0l74y52ZKt4






sábado, 9 de março de 2013

GESSA - Ligação histórica com o sardo CAPPAI


O Sobrenome Gessa é comum em Oristano e Sulcis. O pesquisador M. Pittau considera variante das mais antigas, o "chessa", espalhados por toda a ilha da Sardenha, em si deriva do latim "Celso", eleitos.

Estudou-se o nome Gessa estava presente para Cagliari Iglesias, mas parece que entre as duas famílias houve parentesco. No Iglesias Gessa existe um grande trabalho de Virgílio Corrias, das quais resultam a atual análise deste sobrenome. O mais antigo personagem Gessa Iglesias é Venitu Bisconti. A origem desta família parece, portanto, da Toscana, uma franja de Visconti, aqueles "que teve um papel importante na história da Sardenha Judicial". Bento Visconti aparece pela primeira vez no tratado de paz entre João e Leonor de Aragão 24 de janeiro de 1388, o que representa Gessa, então lugar sob a jurisdição da Villa Igreja. 

Bento Visconti começou imediatamente após chamar-se Gessa e como tal, muitos cargos importantes na cidade de Villa Igreja. Ele sempre foi fiel ao aragonês em 1421, no final do Parlamento do rei Afonso, o reconheceu a feoffment do salto do Sols Curatoria, Montanha, em Canoniga, e villas Antas, Fluminimaggiore, Gonnesa, Gulbisa e Curatoria de Sigerro. Em 15 de abril de 1421 o feudo concedido "secundum morem Italiae", que é hereditária apenas para os homens da família, foi aperfeiçoado com a presença dos diretores da cidade de Iglesias. A partir desse momento começou a ascensão da família Gessa, que foi muitas vezes em desacordo com a cidade de Iglesias. A família Gessa pode ser descrita em dez gerações, segundo o pesquisador V. Corrias

Assim como o sobrenome CAPPAI, Gessa também está associada à Casa de Aragão, Reino de Arbórea, ao sul da ilha da Sardenha. E não é de estranhar a união das duas famílias, no casamento do bisavô (bisnonno) Giuseppe CAPPAI e Maria Annica GESSA, sendo duas famílias comuns no sul da ilha da Sardenha, oriundas de antigos feudos na mesma região, (lembrando que Villasalto era uma pequena Vila feudal e que permanece até os dias de hoje com pouco mais de 1000 habitantes) e as histórias eram afins. (GRIFO MEU)

sexta-feira, 8 de março de 2013

Leopoldina - Terra dos Imigrantes Italianos na Zona da Mata.


Leopoldina é um município brasileiro do Estado de Minas Gerais. Pertence à Zona da Mata Mineira, localiza-se a sudeste da capital Belo Horizonte, a uma distância de 322 quilômetros. Ocupa uma área de 942 km². Sua população é de 51.136 habitantesO Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do município é de 0,778, considerando como médio em relação ao Estado.

O município de Leopoldina teve sua emancipação política em 1854. Seu nome é uma homenagem à princesa Leopoldina de Bragança e Bourbon, filha do Imperador D. Pedro II. Hoje é formado pela cidade de Leopoldina além dos distritos de Abaíba, Piacatuba, Providência, Ribeiro Junqueira e Tebas. 

A cidade, à época do ciclo do café, foi uma das mais importantes da antiga província de Minas Gerais; tornando-se um forte atrativo para a imigração italiana na época. Com a grande crise econômica de 1929, a economia dos municípios mineiros ligados à cafeicultura sofreu grande abalo. Atualmente sua economia se apoia na pecuária leiteira, no cultivo de arroz e no setor de serviços. A temperatura média anual é de 21°C e, na vegetação do município predomina a Mata Atlântica. 

Leopoldina conta atualmente com atrativos culturais, naturais e arquitetônicos, como a Catedral de São Sebastião, o Museu Espaço dos Anjos, o Museu da Eletricidade, o Reservatório da Usina Maurício e o Morro do Cruzeiro. Alguns dos principais eventos que acontecem no município são a Exposição Agropecuária e Industrial e a Feira da Paz.

É neste município que o meu bisavô (bisnonno) GIUSEPPE CAPPAI e sua família, juntamente com meu avô (nonno) RAFFAELE CAPPAI, chegou em 1897, cresceu e constituiu sua família. 











Villasalto - De Vila medieval a Pequena cidade.


Villasalto era uma vila medieval pertencente à área administrativa da Gerrei Unidos da Calari Judicial e em 1324 tornou-se parte do território catalão-Aragonês, Reino da Sardenha. Como as outras vilas da Sardenha, o primeiro embrião da Câmara Municipal foi construído no século XVIII, quando a ilha foi estabelecida comunitativi Dicas, a primeira forma de representação municipal. Em 19 de Maio 1839, o território foi resgatado de Vivaldi Páscoa. Em 1848, com a promulgação n. 295, houve a fusão dos territórios insulares do Reino da Sardenha com o peninsular. Em 07 de outubro de 1848 foi decretada a reforma da lei municipal e provincial, e Villasalto foi reconhecida como uma entidade independente. A Lei Rattazzi próximo de 23 de outubro de 1859 deu um novo uso da terra para o Reino e, em 1865, a instituição assumiu a estrutura política administrativa da cidade. Desde 1859, Villasalto faz parte da província de Cagliari, Sardenha. Atualmente, tem cerca de 1144 habitantes.

E é nesta pequena cidade no sul da ilha da Sardenha, Villasalto, que nasceram meu avô RAFFAELE CAPPAI e meus bisavós GIUSEPPE CAPPAI e MARIA ANNICA GESSE. 





DOCUMENTÁRIO SOBRE A SARDENHA, LINK:  http://www.youtube.com/watch?v=hChQTtCikhQ


Brasões - Símbolo de um tempo...



Não somos especialistas em heráldica e, portanto, precisamos de informações básicas sobre os "Brasões".

Um Brasão de Armas é um desenho criado de acordo com as normas heráldicas para identificar famílias, cidades, países etc. Na Idade Média estes desenhos eram usados nos escudos dos cavaleiros que iam à guerra, em alguma parte do vestuário ou na bandeira que eles carregavam. Por terem sido usados no vestuário de proteção usado pelos guerreiros, que tinha o nome de cotas, os brasões são também denominados Cotas de Armas. Quando apresentado no escudo, recebe o nome de Escudo de Armas.

Os brasões não eram concedidos ao acaso. Em alguns filmes sobre a Idade Média pode-se observar a cerimônia em que um chefe de clã entrega o Escudo de Armas a um guerreiro que irá usá-lo nas lutas de defesa da propriedade ou de alguma outra questão. Neste caso, o brasão tem por objetivo identificar a que “exército” pertence o guerreiro e não a que família ele pertence. O mesmo ocorre quando um guerreiro, ao voltar das lutas, recebe do Senhor das Terras que defendeu a insígnia que identifica aquele burgo. É uma homenagem que se assemelha, de certa forma, às medalhas que são concedidas aos combatentes das guerras atuais.

Com o passar do tempo, os brasões passaram a significar o status das pessoas a quem eram conferidos. Para alguns heraldistas, vem daí a prática de mandar desenhar Brasões de Armas para concedê-los àqueles que se destacavam por atos de coragem. Há todo um sistema de transmissão que não se resume ao uso do sobrenome. Por exemplo: em determinado tempo e lugar o uso do Brasão de Armas poderia ser transmitido aos filhos do sexo masculino ou somente para o filho mais velho. Mais adiante o Brasão de Armas tornou-se o distintivo das famílias nobres, identificando seu grau social, e só poderia ser transmitido aos descendentes diretos.

No século XIX, quando a aristocracia deu lugar à burguesia, o prestígio do brasão entrou em declínio. No século XX voltou a ter importância como designativo de municípios, instituições e estados. Hoje é relativamente fácil encontrar falsos brasões à venda. A maioria não é considerada verdadeira por desobedecer às normas da heráldica, que é a arte que norteia sua produção.

Se você está em busca de um brasão de família, pesquise sua linhagem até encontrar o personagem de sua ascendência a quem tenha sido concedido um Brasão de Armas ou que o tenha mandado desenhar. Estude as condições da concessão e da transmissão. Ou contrate um heraldista para desenhar o símbolo que identificará você, seus filhos e netos, se assim o desejar.

A seguir, apresento dois brasões supostos da Família CAPPAI, apresentados como tal em sites da internet, mas que carecem de uma pesquisa heráldica quanto sua originalidade. Analisando superficialmente os dois, acredito que o segundo teria um pouco mais de credibilidade, quanto ao ícone central da árvore, uma vez que a família CAPPAI tem laços históricos com o Reino de Arbórea, por volta do ano de 1320, no sul da Sardenha. Mas é apenas uma opinião (Doxa)...



Ascendente ou Descendente??


Há uma diferença, um significado para as palavras Ascendência e Descendência, que constam nos dicionários: 

            Ascendência – Parentesco com os pais e outros antepassados.

            Descendência – Série de indivíduos provenientes do mesmo progenitor.

Portanto, se queremos dizer que nossos antepassados são italianos, devemos usar o termo Ascendência.  
Temos ascendência italiana quando nossos antepassados nasceram na Itália. 

E teremos descendência italiana se nossos filhos, netos e bisnetos nascerem na Itália. 


E agora José?!

Descobri que meu avô (nonno) Rafael Capaz tem seu nome (Apellido) verdadeiro, RAFFAELE CAPPAI, que nasceu em 27/11/1896 em Villasalto, Cagliari, Sardenha, Itália. Que chegou no Brasil com seus pais na Hospedaria dos Imigrantes Horta Barbosa, em Juiz de Fora, em 04/07/1897, então com 8 meses e 8 dias. Que meus bisavós (bisnonnos) são GIUSEPPE CAPPAI e MARIA ANNICA GESSE, que casaram em 03/12/1873. Que meus tataravôs são ANTÔNIO CAPPAI e RAIMONDO GESSA.

Fiquei muito feliz nos resultados da pesquisa, em localizar meus ancestrais, que culminou no rastreamento das Certidões pelo Luciano da Polentona e no trabalho do APM - Arquivo Público Mineiro, que forneceu cópia digital do Registro dos Imigrantes. É emocionante resgatar a história, rever fatos registrados e "perdidos" no tempo. É uma honra ser o pivô desta pesquisa na família, porque esta familia (como tantas que vieram para o Brasil) é o motivo de estar aqui vivo, junto com outros descendentes. A aventura desta família rumo ao desconhecido além-mar é que possibilitou a vida e a história prosseguir. Tenho muita vontade agora é de fazer o caminho de volta, a passeio com minha família, no berço da história de meus ancestrais, a Sardenha...

Mas sabendo hoje a existência do erro no sobrenome, aguardo uma análise do Comune na Itália se haverá necessidade de alterar o sobrenome. Há jurisprudência e leis internacionais que "respeitam" o erro, uma vez que seria um grande transtorno alterar documentos para toda a família. Há uma parte da família, inclusive meu pai que é de idade, que não gostaria de alterar, mesmo sabendo do verdadeiro sobrenome (apellido) da família. Hoje temos um sobrenome (CAPAZ) de origem provavelmente árabe, enquanto o sobrenome correto de origem sardo é CAPPAI. Pesquiso agora onde originou o erro, que repercutiu sobre duas gerações no Brasil. E agora José?!

Uma coisa é certa. Particularmente, anseio por assumir o verdadeiro sobrenome de meus ancestrais, pelo simples fato que estaria consertando um erro histórico. E igual a esta história, tantas familias de descendentes italianos, sofreram com erros de grafia, de entendimentos na hora da transcrição e da própria perda de documentos. A maior imigração da humanidade, a dos italianos para o Brasil, especificamente para a região sul e sudeste do Brasil, gerou muita desinformação e desencontros. O que testemunho é o grande prazer e emoção que gera a descoberta. Posso atestar que o passado não está morto e enterrado, está nos registros históricos, na nossa mente e sensibilidade e, principalmente, em nossas veias. O reencontro é, no fim de tudo isto, o encontro com nós mesmos...




Retificação Judicial - "Ma non tanto".


Esta retificação do sobrenome, quando necessária, é realizada de acordo com a Lei 6.015 de 31 de dezembro de 1.973, que trata dos Registros Públicos. Em seu artigo 56, dispõe que "o interessado, no primeiro ano após ter atingido maioridade civil, poderá, pessoalmente ou por procurador bastante, alterar o nome, desde que não prejudique os apelidos de família, averbando-se a alteração que será publicada pela imprensa".

De acordo com o artigo 110, a correção de erros de grafia pode ser feita no próprio cartório, onde se encontrar o assentamento, mediante petição assinada pelo interessado, ou procurador, independente de pagamento de selos e taxas. Contudo, a exigência de retificação judicial de nomes e sobrenomes de inteiras gerações, que para muitas pessoas geraram grandes complicações, caiu por obra e graça do Ministério da Justiça italiano.

A partir de agora, o governo italiano reconhece o direito de sangue sem a necessidade de retificações através das sentenças da Corte Constitucional nº 13, de 3 de fevereiro de 1.994 e nº 297 de 1.996. Entre os direitos a serem salvaguardados, de acordo com o novo entendimento do Ministério da Justiça, está aquele da manutenção do sobrenome que já tenha se transformado em sinal de identidade pessoal do compatriota a quem foi reconhecida a cidadania italiana.
De acordo com o Cônsul Italiano em Curitiba, Gianni Picato, essa mudança vem ao encontro de exigências da coletividade italiana aqui residente; assim, de forma geral, os que desejarem, segundo Picato, obter o reconhecimento da cidadania italiana não devem mais dirigir-se mais à justiça brasileira para retificar as certidões de registro civil que contêm erros ou imperfeições, pois economizarão tempo e dinheiro e não serão mais obrigados a mudar o próprio nome ou sobrenome no caso em que tenha sofrido alterações.

Mas as novas facilidades acabam por aí, se a documentação não deixar claro e inconteste tratar apenas de erro gráfico, ou seja, se existir erro com relação a demais dados do documento, ainda faz-se necessária retificação judicial, de acordo com as supracitadas sentenças della Corte Costituzionale italiana.

INFORMAÇÕES:  http://www.buratto.net/cidadania/retificacoes_detalhes.htm 

quinta-feira, 7 de março de 2013

Lema da Família Cappai




Suæ QUISQUE FABER Fortunae EST

Traduzido "Todo mundo é o arquiteto de sua própria sorte".  


Uma brasileira no Parlamento Italiano

Nossas felicitações à Renata Bueno, a primeira brasileira com dupla cidadania, da bonita cidade de Curitiba, eleita ao Parlamento italiano. A advogada Renata Bueno foi vereadora entre 2009 e 2012 pelo PPS em Curitiba. Ela conquista um fato inédito para os descendentes de italianos no Brasil. Daqui do Brasil, iremos fazer torcida para que os processos de reconhecimento da cidadania no país sejam mais rápidos e eficientes.  E que Renata Bueno, agora Deputada Italiana, seja um olho brasileiro e americano naquele Parlamento que, assim como no Brasil, precisa de faxina e consciência política. Buona fortuna!


LINK:  http://www.youtube.com/watch?v=BLZmwgAwys8


segunda-feira, 4 de março de 2013

Imigrantes Italianos em Leopoldina - MG - Brasil


Agradecimentos:  Nilza Cantoni
                          Historiadora de Leopoldina - MG - Brasil.

Abolis, Agus, Albertoni, Amadio, Ambri, Ambrosi, Andreata, Andreoni, Andreschi, Anselmo, Antinarelli, Antonelli, Antonin, Anzolin, Apolinari, Apova, Apprata, Arleo, Aroche, Artuzo.

Bagetti, Balbi, Balbini, Baldan, Baldasi, Baldini, Baldiseroto, Baldo, Baqueca, Barbaglio, Barboni, Barra, Bartoli, Basto, Battisaco, Beatrici, Beccari, Bedin, Bellan, Benetti, Bergamasso, Berlandi, Bernardi, Bertini, Bertoldi, Bertulli, Bertuzi, Bestton, Betti, Bighelli, Bigleiro, Bisciaio, Bogonhe, Boller, Bolzoni, Bonini, Bordin, Borella, Bovolin, Brandi, Brando, Breschiliaro, Bresolino, Bronzato, Bruni, Bugghaletti, Bullado, Buschetti

Cadeddu, Cagliari, Caiana, Calloni, Caloi, Calza, Calzavara, Campagna, Campana, Cancelliero, Canova, Capetto, Cappai, Cappi, Capusce, Carboni, Carmelim, Carminasi, Carminatti, Carrara, Carraro, Casadio. Casalboni. Casella. Cassagni, Castagna, Castillago, Cataldi, Catrini, Cavallieri, Cazzarini, Cearia, Ceoldo, Cereja, Cesarini, Chiafromi, Chiappetta, Chiata, Chinelatta, Chintina, Ciovonelli, Cobucci, Codo, Colle, Columbarini, Contena, Conti, Corali, Corradi, Corradin, Cosenza, Cosini, Costa, Costantini, Crema, Cucco

Dal Canton, Dalassim, Dalecci, Dalla Benelta, Danuchi, Darglia, De Angelis, De Vitto, Deios, Donato, Dorigo, Duana

Eboli, Ermini, Estopazzale

Fabiani, Faccin, Faccina, Fachini, Falabella, Falavigna, Fannci, Fanni, Farinazzo, Fazolato, Fazzolo, Federici, Fermadi, Ferrari, Ferreti, Ferri, Fichetta, Filipoli, Filoti, Finamori, Finense, Finotti, Fioghetti, Fiorato, Fofano, Fois, Fontanella, Formacciari, Formenton, Fovorini, Franchi, Franzone, Fucci, Fuim

Galasso, Gallito, Gallo, Gambarini, Gambato, Gasparini, Gattis, Gazoni, Gazziero, Gentilini, Geraldi, Geraldini, Gessa, Gesualdi, Ghidini, Giacomelle, Giamacci, Gigli, Gismondi, Giudici, Giuliani, Gobbi, Gorbi, Gottardo, Grace, Graci, Grandi, Griffoni, Grilloni, Gripp, Gronda, Gruppi, Guarda, Guardi, Guelfi, Guerra, Guersoni, Guidotti

Iborazzati, Iennaco

La Rosa, Lai, Lamarca, Lami, Lammoglia, Lazzarin, Lazzaroni, Leoli, Lingordo, Locatelli, Locci, Loffi, Longo, Lorenzetto, Lorenzi, Lucchi, Lupatini

Macchina, Maciello, Magnanini, Maiello, Maimeri, Malacchini, Mamedi, Mancastroppa, Mantuani, Manza, Maragna, Marangoni, Marassi, Marcatto, Marchesini, Marchetti, Marda, Marinato, Mariotti, Marsola, Martinelli, Marzilio, Marzocchi, Matola, Matuzzi, Mauro, Mazzini, Meccariello, Melido, Meloni, Melugno, Menegazzi, Meneghelli, Meneghetti, Mercadante, Mescoli, Meurra, Miani, Minelli, Minicucci, Misalulli, Mona, Monducci, Montagna, Montovani, Montracci, Morciri, Morelli, Moroni, Morotti

Nacav, Naia, Nani, Netorella, Nicolini, Nocori

Pacara, Pachiega, Padovan, Paganini, Pagano, Paggi, Panza, Pasianot, Passi, Pavanelli, Pazzaglia, Pedrini, Pedroni, Pegassa, Pelludi, Perdonelli, Perigolo, Pesarini, Petrolla, Pezza, Piatonzi, Picci, Piccoli, Pierotti, Pighi, Pinzoni, Piovesan, Pittano, Pivoto, Piza, Porcenti, Porcu, Pradal, Prete, Previata, Principole, Properdi

Rafaelli, Raimondi, Ramalli, Ramanzi, Ramiro, Rancan, Ranieri, Rapponi, Ravellini, Reggiane, Richardelli, Righetto, Righi, Rinaldi, Rizochi, Rizzo, Roqueta, Rossi

Sabino, Saggioro, Sallai, Saloto, Samori, Sampieri, Sangalli, Sangiorgio, Santi, Sardi, Scantabulo, Scarelli, Schettini, Sedas, Sellani, Simionato, Sparanno, Spigapollo, Spoladore, Steapucio, Stefani, Stefanini, Stora

Taidei, Tambasco, Tartaglia, Tazzari, Tedes, Testa, Tichili, Toccafondo, Todaro, Togni, Tonelli, Tosa, Traidona, Trimichetta, Tripoli, Trombini

Valente, Vargiolo, Varoti, Vavassovi, Vechi, Venturi, Verona, Veronese, Vigarò, Vigeti, Viola, Vitoi

Zaccaroni, Zachini, Zaffani, Zamagna, Zamboni, Zamime, Zanetti, Zaninello, Zannon, Zecchini, Zenobi, Ziller, Zini, Zotti.




domingo, 3 de março de 2013

Como obter a Cidadania Italiana - Passo a Passo


Cidadania Italiana
Passo a Passo

1. Identificar o ascendente italiano que veio para o Brasil

(Certidão de nascimento (  ), casamento (  ), Atestado de batismo expedido pela Paroquia (  ), etc. Para isso precisará saber a cidade onde nasceu o ascendente italiano.

2. Saber se houve um processo de naturalização brasileira por parte do ascendente italiano

Obter a Certidão Negativa de Naturalização (documento exigido pelas autoridades consulares  (  ).

3. Reunir todas as certidões do Registro Civil (nascimento, casamento e óbito) das partes interessadas.

Todas as certidões de nascimento ( ), casamento (  ) e óbito dos descendentes (  ) deverão ser apresentadas ao consulado italiano (certidões recentes). Cuidado: Os sobrenomes deverão estar corretos, em consonância com os sobrenomes apresentados na certidão italiana.

4. Estar em dia com as obrigações do serviço militar no Brasil

O interessado deverá estar em dia com as obrigações do serviço militar no Brasil. Maiores de 45 anos não precisam apresentar o comprovante de prestação do serviço militar  (  ).

5. Providenciar as retificações quando ocorrem incorreções nos registros (nomes, datas, etc.)

Os interessados deverão providenciar através de uma Ação de Retificação de Nomes a correção dos nomes, sobrenomes, datas, locais, etc.. Essas retificações serão anotadas à margem dos respectivos registros expedindo-se novas certidões (já regularizadas).   

6. Traduzir para o italiano todas as certidões do registro civil

Todos os documentos brasileiros deverão ser traduzidos por tradutor público juramentado (dependendo da repartição consular).  (  )

7. Dar entrada desses documentos no Consulado Italiano da jurisdição correspondente

Cada consulado italiano adota um procedimento específico com relação aos requerimentos a serem apresentados. É importante saber o procedimento para cada caso.  (  )
Procedimento pode ser direto na Itália, é mais rápido. 

Historiadora Cantoni e os 130 anos da Imigração Italiana em Leopoldina - MG

Na pesquisa genealógica, é importante encontrar com historiadores e pessoas dedicadas, que abrem caminho aos questionamentos, às fontes de consultas, que nos proporciona a alegria do encontro.

Um trabalho notório e muito importante para os descendentes de italianos na Zona da Mata mineira, é da historiadora Nilza Cantoni, disponível no Site Cantoni (http://www.cantoni.pro.br/). Foi através da Nilza Cantoni, em Leopoldina - MG, que consegui rastrear meus ancestrais, inclusive descobri o erro na grafia do sobrenome da família.

Em 2010, a Colônia Constança de Leopoldina fez 100 anos e a Imigração Italiana em Leopoldina 130 anos.  Fizeram comemorações no município homenageando os italianos. Aproveito para postar o Cartaz que fizeram na ocasião, convidando para a comemoração. É esta centelha persistente que não deixa apagar a memória dos descendentes italianos e a luta de todos aqueles que aqui chegaram. Parabéns a Nilza Cantoni.

 (http://cantoni.pro.br/estudos/index.php?option=com_content&view=article&id=184:cappai-capace-ou-capaz&catid=55:genealogia&Itemid=86)