sexta-feira, 4 de outubro de 2013

O Poeta da Vida e da Morte - Augusto dos Anjos

Está enterrado em Leopoldina, zona da Mata mineira, no mesmo Cemitério que meu avô Raffaele Cappai, o inesquecível poeta Augusto dos Anjos, que eternizou suas palavras com a sensibilidade e a profundeza de homens sábios que por aqui passaram.

Traduz em seu tumulo, as palavras em uma lápide, que resume o sentimento dos que partiram, mas que deixam a semente plantada, muito além da mera saudade; que segue enraizando suas impressões e frutos. E quão simbólico se torna para mim, que estuda a árvore genealógica da família, deparando a poucos metros do túmulo do Poeta, meu avô enterrado longe de sua terra natal, a Sardenha, mas que deixa registrado aqui toda uma história que refaço e me orgulho...




domingo, 15 de setembro de 2013

Villasalto - Localizada na região de Gerrei

Um pouco de Geografia.

Descobri que Villasalto está localizada na região de Gerrei, na Província de Cagliari, sul da Sardenha, caracterizada por uma região de montanha, cujo acesso se dá por estrada sinuosa (cheia de curvas), com um passado voltado para mineração.
Quem nos descreve esta região é a Enciclopédia Italiana.
Muito Interessante, cuja história remonta da época dos romanos.
Veja:


CAPPAI - Origem e Ocorrência da família na Itália.

Nos levantamentos demográficos, a família CAPPAI tem como registro 772 famílias na Itália.
Desta quantidade, localiza-se na Sardenha 568 famílias, donde se originou a família Cappai.
Desta família de sardos, estão localizadas 306 famílias na Província de Cagliari (onde se localiza Villasalto).





CAPPAI - O sobrenome na Ilha Paraíso.

O Facebook é uma importante ferramenta na Internet. Através dele consegui contatos importantes na Sardenha, como também detectei coincidências interessantes no estudo da árvore genealógica.

Conheci o atencioso AGUS ANTONIO, da Provincia de Cagliari, Sardenha, que também pesquisa sua genealogia na ilha. Nos meus ancestrais, registra-se a minha tataravó AGUS MARIANNA, casada com CAPPAI ANTONIO, que são pais de meu bisavô CAPPAI GIUSEPPE (Imigrante em 1897), que por sua vez é pai de meu avô CAPPAI RAFAELLE. O sr. AGUS disse que tem em sua família o sobrenome Cappai e que irá pesquisar. Possivelmente, morando na mesma região de meus ancestrais, poderei ter surpresas quanto ao desdobramento da árvore genealógica da família. Uma informação interessante é que na Diocese de Cagliari poderá retroagir no tempo até 500 anos de história, no estudo das famílias. Isto é simplesmente fantástico. É quase o tempo de descoberta do Brasil pelos portugueses, documentado. É simplesmente fantástico, do ponto de vista da historiografia.

Para registrar, irei anexar fotografias, aleatórias e variadas, da pesquisa do sobrenome CAPPAI na ilha da Sardenha, considerando a proximidade com Villasalto, a cidade onde nasceu meu avô Cappai Raffaele. Registra-se na ilha mais de 500 famílias com este sobrenome. São fragmentos da história, de uma memória apagada de minha família, que certamente, ao longo dos próximos anos, se Deus o permitir, iremos montar o quebra-cabeça e refazer parte do passado perdido... Por enquanto, juntamos pela internet, os fragmentos...

Antônia Cappai - Villasalto - Nasceu 1924 

Gen. Alberto Crispo Cappai

Imigrante Humberto Cappai, de Muqui - ES

Acidente Náutico. Falecimento homônimo.

Angelo Cappai

Candidato - Partido Político na Sardenha.

Homenagem a Giorgio Cappai - Villasalto

Mais um Cappai, origem de Villasalto.
Roupa tradicional de uma época na Sardenha, com Michela Cappai.

Francesco Cocco Cappai. Lembra o ator Francisco Cuoco, no Brasil.

Busto de um Diretor de Escola (?), Gerolamo Cappai, em Sassari - Sardenha.

Um político Cappai na ilha da Sardenha.

Um grupo de cantores tradicionais da Sardenha, onde um dos integrantes é Cappai.


O sobrenome Cappai está entre as 5 famílias mais difundidas na ilha da Sardenha.

Mais um político Cappai na ilha da Sardenha.

Ferruccio Cappai

Antonino Cappai, década 50

Gerardo Cappai

Vitale Cappai

Savino Cappai

Antônio Agus, amizade pelo Facebook. 

CAPPAI - Em busca dos Ancestrais Perdidos

Em 1897, ano que meu bisavô CAPPAI GIUSEPPE e minha bisavó GESSA MARIA ANNICA, juntamente com meu avô CAPPAI RAFFAELE imigraram para o Brasil, outros sardos parentes aqui chegaram para trabalhar nas lavouras de Café da Zona da Mata mineira, mais especificamente, nas cidades de Leopoldina, Carangola e Mar de Espanha.

Um jovem Casal acompanhou meus ancestrais no mesmo navio Equitá, deu entrada no mesmo dia na Hospedaria dos Imigrantes de Juiz de Fora em 28/06/1897. Enquanto meus ancestrais ficaram em Leopoldina, eles foram para Mar de Espanha, numa fazenda próxima a Leopoldina. São certamente parentes sardos diretos, que não sabemos o destino deles. CAPPAI FRANCESCO e sua esposa CAPPAI MARIA, juntamente com sua filha de 4 meses, CAPPAI GIOVANICA. Este registro de entrada no país encontra no Arquivo Público Mineiro, na capital de Belo Horizonte.

Nesta época chegaram as famílias de CAPPAI LUCIFERO, na embarcação Attivitá, em 18/05/1897; CAPPAI MARCELINO, na embarcação Minas, em 05/09/1896 e CAPPAI GREGÓRIO, na embarcação Colombo em 15/13/1897.

Como era de costume na imigração, os fazendeiros davam preferência a jovens famílias, comprometidas com os sustento de suas famílias e com interesse em fixar na atividade agrícola. A idade destes pais de família era de 26 a 30 anos, com crianças que ia de meses de idade até 4 anos.

Estes parentes sardos, são ligados diretamente à minha família, parte da história desconhecida e ofuscada pela história da imigração. Para registrar a descoberta deles, que chegaram na mesma região de meus ancestrais e, posteriormente, desconhecemos seu paradeiro, postarei no Blog os registros da Hospedaria dos Imigrantes destas famílias.


domingo, 4 de agosto de 2013

Enigma quase Decifrado - Ancestrais na Sardenha

Esta semana descobri meus bisavós e tataravós na Sardenha, da região de Villasalto, Cagliari. Temos apenas seus nomes. Não temos fotos deles. Pelas imagens do "Sanluri - Come Eravamo", dá para se ter ideia de como viviam no Paraíso Sardenha.

Se alguém tiver fotos de nossos ancestrais, agradecemos muito. Orgulhamos de nossos ancestrais sardos e da belíssima e, ao mesmo tempo, sofrida história dos habitantes da ilha. Muito obrigado por manterem viva a memória de nosso povo...



quarta-feira, 10 de julho de 2013

Brasão sardo da Família CAPPAI.

Este é o Brasão e o Histórico do sobrenome CAPPAI.
Levamos tempo para localizar a história e o Brasão de família que estou postando hoje no Blog.

No histórico aponta a origem da família a partir de 1280, com VERA CAPPAI em Villasalto, Provincia de Cagliari, Sardenha, Itália. E é justamente em Villasalto onde nasceram e viveram os bisnonnos (Bisavós) GIUSEPPE CAPPAI & MARIA ANNICA GESSA e onde nasceu meu nonno (Avô) RAFFAELE CAPPAI em 1896, antes de vir para o Brasil.

É muito emocionante remontar a história antiga da família. Agradeço a Deus por este momento único em minha vida.



terça-feira, 9 de julho de 2013

Um dia Especial: Sardo para sempre

Hoje (9/7/2013) é um dia muito especial, pois recebi a confirmação do julgamento procedente da Ação de Retificação de Registro Civil no Fórum da Comarca, incorporando a meu nome o sobrenome italiano de meu avô Raffaele Cappai, nascido em 25/11/1896, em Villasalto, Província de Cagliari, Ilha da Sardenha, Itália.

Sinto uma paz interior indescritível de ter restabelecido a energia com meus ancestrais, através do resgate de uma história há muito perdida e esquecida no tempo. Há quase um ano pesquiso a história da família. Graças ao Arquivo Público Mineiro - APM, mantido pelo Governo de Minas Gerais, consegui ter acesso aos arquivos históricos da Hospedaria dos Imigrantes Horta Barbosa, de Juiz de Fora; registros históricos dos imigrantes italianos atualmente sob o zelo do APM em Belo Horizonte, capital de Minas Gerais. Consegui também a CNN - Certidão Negativa de Naturalização que comprova que meu avô faleceu como italiano no Brasil em 06/09/1963.  O próximo passo rumo à cidadania italiana é retificar a Certidão de Nascimento e Casamento, bem como os documentos. Agora sim, sou um Cappai documentado.


Para muitos, fazer 50 anos é um divisor de águas, por ser uma mudança física e espiritual ao ser humano; para mim, é mais do que isto, é um recomeço do encontro com as origens... SARDO PER SEMPRE...



terça-feira, 11 de junho de 2013

O Futuro da Sardenha a Deus pertence...

Falar dos rumos e do destino da Sardenha é como sentar no banco dos réus sem ter nenhuma culpa, é sofrer na pele o massacre de toda uma história e cultura milenar, é estar a mercê das armadilhas do capitalismo que dilacera e destrói a beleza, a riqueza biológica e a dignidade do morador da ilha, do pecuarista ao investidor, sem dó e discernimento. A Ilha da Sardenha que teve em toda sua história invasores sedentos da pilhagem de suas riquezas, inclusive reportada em sua bandeira a vitória contra os sarracenos, agora é alvo dos interesses capitalistas.

Pelo que li até agora em materiais da NET, pude perceber três abordagens quanto ao destino da ilha da Sardenha, são eles:

1) INDEPENDÊNCIA JÁ! 

Desde 1974 há movimentos para "separar" a Ilha do Continente Italiano. A ilha tinha sua própria moeda, o Sardo; tem autonomia, mas ainda está atrelada às questões políticas e ao governo italiano. A meu ver, a cultura sarda, fortemente agrária, lingua e costumes diferentes da realidade do continente, teve a desastrosa mudança com a implantação do Euro. 

2) A ILHA ESTÁ À VENDA.

No ano passado, o deputado europeu Mario Borghezio, apresentou uma proposta muito suspeita e capitalista, que desconsidera todo o passado histórico e cultural da ilha da Sardenha. Propõe que a Itália, para sair da dívida, coloque à venda a Sicília, Napoles e a Sardenha, ou seja, ceder estes territórios meridionais a estrangeiros; principalmente aos EUA ou Rússia.  Na opinião de Borghezio, somente os bilionários russos ou americanos são capazes de vencer a “Cosa Nostra” da Sicília ou a “Camorra” napolitana. Parece loucura, mas deixa claro a importância que tem a Sardenha e estes territórios para a Itália, senão amortizar uma parte da dívida italiana de dois trilhões de euros. No passado, por uma crise na transição histórica, a Itália provocou a segunda maior diáspora da história da humanidade depois dos hebreus, despachando boa parte de seus cidadãos em condições sub-humanas para a distante América. Dá para perceber, como descendente de italiano, o quanto este país trata seus maiores valores...

3) ZONA FRANCA

A Itália poderia transformar a Ilha da Sardenha em Zona Franca, abrindo as portas aos bilionários, investidores, negócios de toda ordem, transformando a ilha num paraíso fiscal e reduto capitalista; o que acabaria por massacrar a cultura agropecuária e a rica história e antropologia local. A meu ver, como jornalista e historiador, conhecendo “an passant” esta proposta e os exemplos no continente americano, não vejo senão um grande problema a “Zona Franca”, sem estudar detalhadamente as implicações antropológicas e culturais a médio/longo prazo de tal decisão. A estratégia já existe, pois 66% das bases militares italianas estão na Ilha da Sardenha. Para mim, uma medida como esta só servirá aos interesses da Itália e não da Sardenha.

“Historicamente, somos uma comunidade étnica distinta e homogênea, e em nome desta realidade, exigimos nossos direitos, não só na Itália, mas na frente de todo o mundo civilizado".
Antonio Simon Mossa
Ideólogo do Separatismo Sardenha

Isto explanado, dentro de meus parcos conhecimentos, tendo parte de mim um espírito sardo, que deseja o melhor para a terra de meus ancestrais, desejo que a independência venha para a Sardenha como a magia petrificada e mágica de seus Nuraghs que se perpetua no tempo e com a firmeza das leis de Eleonora d’Arborea que marcaram história e a Paz natural e bucólica que dá energia a seus centenários residentes.



Que o patrono São Miguel Arcanjo e Nossa Senhora de Bonária, mãe dos Navegantes, coloque no caminho certo a Ilha da Sardenha e seus moradores. São os desejos de um descendente sardo, distante do berço de seus ancestrais, aqui no Brasil, além mar...



quinta-feira, 6 de junho de 2013

Encontro de Sardos em Pouso Alegre

Hoje é um dia muito especial para mim (6/6/2013), porque encontrei um descendente sardo em minha cidade. Por um capricho da história, Célio Caetano Patta, neto do sardo imigrante Francesco Patta, é Professor de História de minha filha Giovanna no CNEC de Pouso Alegre.

Compartilhamos a descoberta de sua família no Arquivo Público Mineiro - APM, órgão do Governo de Minas Gerais que desenvolve brilhante trabalho de preservação dos arquivos históricos da antiga Hospedaria Horta Barbosa, de Juiz de Fora; por onde chegaram milhares de italianos para a mão de obra cafeeira em Minas Gerais, pelos idos de 1897. Preservar a memória é preservar a nossa identidade, é por isto que tenho o maior respeito pelo trabalho dos profissionais que zelam pela preservação deste acervo histórico.

Com certeza, o encontro de um jornalista e um historiador, sardos na ancestralidade terão muito que pesquisar sobre a magia e os encantos da Sardenha, bem como a bravura de nossos ancestrais que possibilitou a existência de nossas famílias.
"Buona Fortuna" a toda família do amigo que chega neste fascinante mundo da Genealogia Italiana.




domingo, 19 de maio de 2013

SARDOS - Imigração rara no Brasil.


“DIZEM OS ECONOMISTAS: “Tudo que é raro, é caro”.  CARO PORQUE VALE MUITO.

DOS DESCENDENTES DE ITALIANOS NO BRASIL, NÓS (DESCENDENTES DE SARDOS) SOMOS OS MAIS RAROS.

DE ACORDO COM O IBGE, OS SARDOS FORAM OS QUE MENOS VIERAM PARA O BRASIL. ESTIMA-SE QUE APENAS UM POUCO MAIS DE 6 MIL SARDOS IMIGRARAM PARA O BRASIL, OU SEJA, 0,5% DOS IMIGRANTES ITALIANOS”.

Fonte:  Site “Sardegna terra mia.”

VILLASALTO - Origem anterior a Cristo.


Villasalto ( Biddesartu, na língua sarda)
(Província de Cagliari, Sardenha, Itália) é uma cidade de 1.144 habitantes.

Geografia
O país está localizado na região chamada Gerrei (até o século XIX também foi utilizado o antigo nome de Galilla) e está localizado a uma altitude de cerca de 500 metros acima do nível do mar.
O território da Villasalto enfrenta o norte-leste no rio Flumendosa fundamental porque torna a área fértil e adequado para a agricultura, e se estende para além do rio, em direção ao Salto di Quirra, na área denominada Barigau (o nome indica a sua posição sobre o rio).
O território então se espalha ao sul de Monte Genis (979 m, ao pé da qual está situado no limite municipal sul) lugar, por sua vez incluída no território do município e famosa pelas suas nascentes de água pura e perfeita para qualquer consumidor. Os picos de Monte Genis , acrescentou nell'istituendo parque natural de Monte dei Sette Fratelli, você tem uma bela vista para que você possa ver um panorama amplo que se estende desde as montanhas dell'Ogliastra e Gennargentu no Norte para as montanhas de Cagliari Sul (Serpeddì, os sete irmãos, etc.). Sempre na montanha, há uma nuragica imponente edifício, formado por uma torre central e várias torres coroa com paredes impressionantes que juntá-las. No meio da densa floresta de carvalhos, medronheiros e altas maquis, você pode ver as figuras bizarras esculpidas pelo tempo, o vento ea água sobre a rocha, como a águia (ver foto abaixo), que está localizado na vizinhança o topo da montanha, logo depois de deixar a floresta.
No leste, o território faz fronteira com o Monte Lora , conhecida por sua esfinge pitoresca e encantadora composta por suas falésias de calcário, e que marca a fronteira com o território de San Vito.
A partir da cidade você pode ver os picos de Gennargentu , para o mais próximo, ou seja, o Monte di Santa Vittoria Esterzili, Punta La Marmora, os picos dell'Ogliastra (Sa perder Liana em Gairloch, os saltos de Jerzu, as montanhas de Tertenia, Monte Cardiga de Perdasdefogu), para o mar, na costa leste da Sardenha, a poucos minutos de distância de carro.
Na área existem algumas cavernas, como "Sa Grutta Manna" ou "Sa Grutta 'e eu sinto muito", onde vive o Geotritone Sardo, uma determinada espécie de anfíbio (Ordem: caudado ou Urodelos, nome científico: Hydromantes genei) agora se aproximando d ' extinção.

Flora e fauna
A área é rica em sobreiros, oliveiras, aroeira, medronheiros, estevas, aspargos e cogumelos.
Há muitos animais que são preservadas território dall'incolume: cervos e muflão no território de Monte Genis, dourado águias, falcões, gaviões, javalis, martas, gatos selvagens.

História

O nome Villasalto deriva do latim "saltus" (zona rural) e da Sardenha linguagem Biddesartu, literalmente "cidade do interior".
A área já era habitada em idade nuragica, antes de Cristo. Um testemunho existem vários Nuraghes, como torres disse "Corrolia" ou "Corrulia" localizado no vale Flumendosa, o Nuraghe "Serra Madau" também ele se erguia, agarrando-se a um esporão de terra na confluência dos rios Flumendosa e S'água Callenti ' . A 700 metros acima do Monte Genis há um conjunto de círculos de diferentes tamanhos, chamado Sani SA Dom'e (o nome significa "a casa de neve"), cuja função ainda não está clara: acredita-se que um desses edifícios estava ligada ao culto da água ou que, em geral, esses círculos foram os cappanne, uma aldeia Nuraghe.
A área ficou sob o domínio do exército púnico ou cartaginês, sob o comando, em seguida, passar para os romanos a partir do segundo ao século V dC
O país tem sido por muito tempo sob o Gallilense regra (antiga financiamento população da Sardenha na área de Esterzili), cujo povo tem protegido a área de inúmeras tentativas de invasão, incluindo os romanos que se estabeleceram colonos para explorar a terra. Vestígios romanos estão presentes na necrópole de o Cea Roman em Monte Arrubiu .
Evidências desses eventos são documentados na Tabela Esterzili.
A área foi o destino dos vândalos invasões e bizantinos . Como resultado desses eventos formou a primeira cidade real em uma área protegida e cheia de água, para retirar dos bandidos de Barbagia.
Na Idade Média, a área esteve sob a jurisdição do Cagliari a ser regida pelo Gallura.
Com a conquista da Sardenha pelos aragoneses e domínio espanhol, a área tornou-se em 1681 o centro da cidade foi incluída no "município Villasalto", um feudo do Cappai família nobre.
Em 1708 a área foi por pouco tempo nas mãos dos austríacos e, em seguida, chegar ao duque de Sabóia, em 1718.
Nos tempos modernos, em especial durante a Segunda Guerra Mundial, o país experimentou um forte aumento da população devido à presença de minas Su Suergiu da qual foi extraído e processado antimônio.
Com o fim da guerra, as atividades da mina foi minguando, até o fim, na década de oitenta, trazendo um progressivo despovoamento da cidade.

Fontes de renda
Existem inúmeros Villasaltesi (este é o nome que os locais) que se dedicam à agricultura em áreas que cercam a cidade, dedicando-se à criação de animais de fazenda, como cabras, ovelhas, vacas e bois, porcos , cavalos, galinhas.
Em alguns casos, os empresários que decidiram dedicar-se a este sector ter escolhido utilizam máquinas capazes de iluminar o seu trabalho e para permitir um maior rendimento e produção de leite e queijo especial de vaca.
A agricultura, graças ao solo fértil (especialmente perto do Flumendosa), é relativamente bem desenvolvida e permite uma boa produção de frutas, verduras, legumes e cereais para uso privado e para venda.
Graças a algumas contribuições de jovens empresários, o país tem sido enriquecido por lojas dedicadas aos alimentos, presentes e na produção de produtos locais.
Embora em quantidades menores, uma boa parte da villasaltesi é empregada no sector terciário e em cargos no governo.

Descrição da cidade
A cidade é dividida principalmente em duas partes: A parte inferior e o mais velho é desenvolvido em todo o neoclássico Igreja de San Michele Arcangelo , enquanto o novo é construído em torno da primeira igreja no país, que remonta a 1500, dedicada a Santa Barbara.
Os principais distritos são assim chamados por cidadãos: Coreia, Terrepedis, Tanning, Up Cuccuru, Embankment, Bracuccia, Funtana de Josso, Forreddu, occili Up, Up Battumeo, Cott 'e ois, Ziu Antini
Caminhando ao longo da pedra-pavimentada pelo centro histórico da cidade, encontra-se o Museu da Casa (que abriga as ferramentas de trabalho na sua maioria antigos típica da região) e numerosas casas construídas com a pedra típica do lugar.

Apesar de seus poucos habitantes tem todos os serviços úteis aos cidadãos:
Supermercados espalhados pela cidade, bem como lojas, roupas, artigos para presentes e domésticos; Cidade está localizada ao lado do quiosque e posto de gasolina, e logo após a escola primária e ensino médio, ao lado de um grande ginásio e um campo de futebol chamado "Piazzetta Preto"; o centro da vila há também um " bed & breakfast "e um restaurante que serve pratos tradicionais; não muito longe do centro da cidade existe um heliporto totalmente funcional e equipado para a intervenção de helicópteros e bombardeiros CL-215/CL-415 em caso de incêndio, muito freqüente, especialmente durante o verão.

Tradições

São Miguel Arcanjo - é o santo padroeiro do país e é comemorado no dia 29 de setembro. O festival será celebrado religiosamente e só raramente eventos são organizados em civil.

Santa Barbara – A maior festa da cidade é o da Santa Bárbara, comemorado no primeiro domingo do mês de junho. O festival tem a duração de pelo menos 4 dias e nesta ocasião o país está cheio de peregrinos de Barbagia de Sarrabus e de todas as áreas mais ou menos próximas do país.

San Cristoforo - A poucos quilómetros da vila é a igreja dedicada a São Cristóvão. Sua festa é celebrada entre os dias 13 e 14 de agosto, inclui uma procissão desde a igreja do padroeiro São Miguel Arcanjo é levantar e caminhar para a pequena igreja país. O retorno da Padroeira da Igreja é acompanhado por uma procissão de carros que termina com a benção dos motoristas.
St. Anthony e St. Sebastian - A festa dos dois santos é realizada no dia 17 de janeiro e 20 de janeiro. Para ambas as celebrações são organizadas noite da fogueira na praça da cidade e laranjas ou pão são distribuídos para a população, de acordo com o Santo celebrado.
É Animeddas - Festival para crianças e adultos, na manhã de 31 de Outubro, as crianças vão de casa em casa desde os tempos antigos para receber mantimentos (principalmente doces ou frutas) que os habitantes do país dão às crianças em honra das almas dos mortos.
Sinnadroxiu - O festival é realizado na zona rural circundante da cidade, no dia da Ascensão. Em sinnu ("o sinal" e daí o nome sinnadroxiu ) é a principal marca, que é afixada ao gado para o reconhecimento e é a adição desta marca, que é comemorado nesta ocasião. Durante o evento é oferecido em um lenço coalhada fresca produzidos pelos pastores. Além de vários degustação do turismo local também oferece um almoço com carne de ovelha .
Durante as várias festividades grupo folclórico "São Cristóvão", composta por alguns Villasaltesi, realiza em lugar tradicional dança traje a característica Ballo Sardo.

Fonte:  Wikipédia 

quarta-feira, 15 de maio de 2013

EXPEDIÇÃO CAPPAI CAPAZ - Juntando Estrada e História.


Expedição Atacama em 2009 – 9.036 km em 22 dias.


Expedição Sul do México em 2011 – 2.400 km em 20 dias.


Expedição Pouso Alegre a Machu Pichu em 2012 – 11.000 km em 28 dias.


EXPEDIÇÃO - Resumo - Viajando pela História.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Cidadania - Demora no Reconhecimento

“O tempo para obter a cidadania italiana, para as pessoas que têm direito, é muito longo: atualmente dura em média de três e quatro anos, contra o tempo máximo de dois anos previsto pela lei.

À luz da espera de tantos pedidos de estrangeiros para obterem a cidadania italiana, principalmente na região da Ligúria, a organização não governamental (ONG) Cittadinanzattiva (em tradução livre, "Cidadania Ativa"), notificou que existem várias desconfianças a respeito da administração pública, também com a entrada de uma ação coletiva no Ministério do Interior da Itália. "Enquanto a política, graças às declarações da ministra para a Integração, Cécile Kyenge, volta a discutir a reforma da lei para a cidadania italiana, o reconhecimento do status de cidadão continua a ser uma verdadeira quimera para tantos imigrantes que, mesmo com todos os documentos exigidos pela lei, são obrigados a enfrentar um longuíssimo e cansativo percurso cheio de obstáculos", diz Laura Liberto, coordenadora nacional de Justiça para o direito à cidadania da ONG.

Atualmente, os cidadãos estrangeiros esperam em média entre três e quatro anos para obter a cidadania italiana, enquanto a lei estabelece que os procedimentos para a naturalização deveriam ser concluídos em até dois anos após a apresentação do pedido. A Cittadinanzattiva observa que isso constitui uma "gravíssima" falha nos serviços.”

Maio de 2013

FONTE: Portal Latino-Americano da Agência ANSA.

CAPPAI - Sobrenome Histórico na Sardenha


Da hipótese de origens ibéricas, a forma atual do sobrenome derivado da forma arcaica Capay. A história política da casa Cappai começa no século XIII, quando, depois de ter enriquecido através de um banco, Goantine de Capay Carroz começa a partir do título de nobre e com ela a administração das propriedades de Costa Rei e Villasalto.

Cappai de Arborea

Os mais antigos vestígios de nobreza de Cappai data do século XIII, no meio da era feudal. Período Giudicale: a Sardenha é dividido em quatro grandes reinos: o Reino de Torres , noroeste, um dos Gallura , nordeste, o Reino de Calari, Sudeste e, finalmente, o Reino de Arborea, sudoeste . O último foi um reino soberano de acordo com o princípio da recognoscens não superiorem , com seu território dividido em curatorie (fazendas), cada uma governada por um senhor feudal, que tinha o título de "Cavaliere Don Noble." o Reino tinha seu próprio parlamento: "A Coroa de Logu", formada pelos senhores feudais, as suas leis, as fronteiras, os sinais de estado e também cunhavam seu próprio dinheiro.

No seu auge, tinha os chamados Basileus autocrator, também conhecido como Judex jus. Questionado, ele disse, o que diz a lei. Ele derivou seu poder não apenas por direito hereditário, mas também pelo reconhecimento do Imperium pela Corona del Logu. Naquela época, os membros da família Cappai, ou Capay, fregiavano já tem o título de Don, e uma vez que estes não foram enobrecidos por Aragon é evidente que a sua nobreza é de "tempos imemoriais", bem enraizado na mentalidade da época.

No ano 1287, soberano do reino de Arborea, John Chiano de Bas-Serra, casou-se, por razões econômicas, com Donna Vera Cappai , filha do Conde de Perra Johanni Cappai , um senhor feudal que tinha feito fortuna graças à negócios bancários. Dela o rei tinha dois filhos, Mariano e Andreotto. O último foi de curta duração e Mariano, único herdeiro, tornou-se soberano de Arborea, promovendo a família Cappai, da qual ele foi descendo para o Príncipe Rank. A Casa Cappai permaneceu no poder por mais de um século, até que em 1410 foi derrubada pelo Visconti de Narbonne.

Genealogia

Descendentes de Mariano III de Bas-Serra Cappai
John "Chiano" (+ morto em um motim, 23-3 - 1304 ou 1307 ), Juiz de Arborea de 1297 .
1287 Vera Cappai de Costa Rei, filha do conde Johanni Perra Cappai dos Senhores de Quartu.
Giovanna (nascido postumamente e + ca. 1.308 ).
Andreotto (+ p. 1308/04/03) Juiz de Arborea associado com Mariano.
Mariano III (* pré-1287 + 1321 ), Juiz de Arborea associado com seu irmão, então
sozinho.
1312 Montealcino de Constança, filha do Conde de Holms Catino
Hugh II (+ 5-4 - 1335 ), Juiz de Arborea de 1321. ∞ Benedetta (+ pós 1345 ).
Pedro III (+ cedo 1347 ), Juiz de Arborea 1335/1347.
1327 Constance de Saluzzo, filha de Filipe, o Marquês de Saluzzo e Governador Geral da Sardenha e da Sibila do Lords of Caltabellotta Peralta (+ convento de Santa Chiara em Oristano 18-2 - 1348)
Mariano IV (* 1329 + pré-praga? 1376, o juiz de Arborea 1347/1376, o conde Goceano 11-
1336 Timbora de Rocabertí, filha do visconde Dalmau IV e Beatriu Serralonga Baronesa de Cabrenys (+ 1.361 postos).
Hugh III (+ morto em um motim 3-3 - 1383 ), Juiz de Arborea e Conde Goceano desde 1376.
Eleanor (* ca. 1.340 + da praga em 1402), Giudichessa de Arborea e condessa de Goceano desde 1383.
1376 Brancaleone Doria (+ 1409 ) (v.)


Cappai de Cagliari
                             
A segunda ramificação era a de Cappai de Cagliari : fundada em 1677 por Bonifácio Cappai, pertencem a este ramo de descendentes de Capay Villasimius que ostentava laços estreitos com Cappai de Arborea e que garantiu o título por Noble Aragon .

De acordo com os dados recebidos do manuscrito em espanhol: "de Orígenes Cavallerato y de la Noblesa o Reyno de Familias de varias Cerdeña" Bonifacio Cappai, após a compra do espólio de Villasalto, que já pertencia a sua família no passado, até ao resgate do feudal por Aragão tem a Nobreza em 02 de novembro de 1677.


Conti Crossbow Cappai Muravera Villasalto

Este ramo, um descendente direto dos Condes Nieddu-Cappai de Cagliari e Costa Rei Conti Cappai Villasalto, é o único que possui descendência de Cappai d ' Arborea . Fruto da união de Cappai Muravera-Villasalto com a família nobre dos barões Crossbow de Monreale, os membros desta linhagem nobre ainda tem casas em Forlì e Verona . É famoso Palazzo Nieddu-Cappai, disse Cugia Palace, residência da família do Cagliari.


FONTE:  Wikipédia Italiana.


domingo, 21 de abril de 2013

LAUNEDDAS - A magia da Ilha


A música sarda tradicional tem base na LAUNEDDAS, instrumento polifônico de 2 ou 3 flautas tocadas ao mesmo tempo pelo músico, que lembram bem a gaita escocesa.

Num som de Capella, 3 ou 4 vozes, sem a flauta, os sardos cantam de uma forma muito especial também, que sacode a alma de quem escuta.

Dá para arrepiar escutando as Launeddas no fim de tarde, olhando o mar no alto das montanhas na ilha da sardenha, vendo o sol se por...

É muito rica a cultura sarda, pura magia diante de uma natureza fascinante...

Conheça a Launeddas, no vídeo do youtube, nas mãos de Andrea Pisu e Antonio Trebini.


sábado, 20 de abril de 2013

Napolitano é reeleito Presidente da Itália


Giorgio Napolitano, de 87 anos, foi reeleito presidente da República italiana na sexta votação do Parlamento. Napolitano se torna assim o primeiro presidente italiano a repetir este mandato de sete anos.

Napolitano, o "último comunista", como se autointitula, tinha reiterado em várias ocasiões que não estava disposto a continuar na chefia de Estado, sobretudo por sua idade.

Napolitano tem uma missão difícil pela frente.


domingo, 14 de abril de 2013

Por uma Sardenha livre


MARIANO IV CAPPAI – Giudicato di Arborea - "O Pai da Sardenha"

Página no Facebook – Pesquise.

Por uma Sardenha independente e livre da interferência pesada de potências estrangeiras. Nada mais justo se a ilha tem autonomia, cultura e história própria, além de localizar-se distante 200 km do continente. 

Em sua longa história, muitos tentaram conquistar a Ilha da Sardenha à força, sendo esta realidade estampada em sua bandeira, que retrata a vitória sobre os Sarracenos no século XIII. 



domingo, 7 de abril de 2013

CAPPAI - Pesquisa sobrenome na Wikipédia

Consulta na Wikipédia (Biblioteca Virtual) o sobrenome sardo Cappai

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Tradução Juramentada - Procure a PATACOM


PATACOM é uma empresa com sede em Belo Horizonte e Buenos Aires com mais de 14 anos de experiência e fundada por tradutores e intérpretes profissionais, brasileiros e estrangeiros. A PATACOM oferece soluções em serviços de traduções livres, traduções juramentadas e intérpretes para o seu evento em inglês, espanhol, italiano, francês, alemão, chinês, holandês, russo, japonês e português, atendendo às necessidades de nossos clientes com qualidade nas mais diversas áreas, sejam elas no campo jurídico, financeiro, comercial ou técnico.

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sábado, 30 de março de 2013

Estudo dos Ancestrais faz bem à alma.


Tem um antropólogo conterrâneo, Pouso Alegre - MG, Roque de Barros Laraia, que publicou em seu livro “Cultura- Um Conceito Antropológico”, pela Editora Jorge Zahar Editor, que diz:  “Todos nascemos com um equipamento para viver mil vidas, mas terminamos no fim tendo vivido uma só ”.

Achei muito interessante esta observação quando a li e sublinhei em 1989 quando estudava jornalismo na FAFIEP. Hoje, diante das sutilezas, idiossincrasias e semelhanças que descubro e identifico com a pesquisa e a cultura de meus ancestrais sardos, posso afirmar em minhas crenças que a vida não se encerra em uma só, mas dá continuidade nos descendentes, tornando todos num único espírito de criação divina. Este significado maior só a Deus pertence. E são tão sutis estas mensagens da transmissão cultural, que se revelam como pegadas de Deus na areia, que se apagam à medida que o homem moderno, sem tempo, deixa de as perceber no dia-a-dia. E é enxergando desta forma, que meus dias estudando os ancestrais e revendo minha história de quase meio século, passaram a ter mais brilho...

sexta-feira, 29 de março de 2013

Crença na Sardenha - Herança antiga.


Segundo a pesquisadora Lucinha Dettori, na Sardenha, especialmente no interior, antigas tradições mágicas persistem, muitos ainda confiam nas soluções sobrenaturais, assim como na medicina popular. Ainda existem algumas regras que refletem na vida em muitos aspectos, como certos ritos dos tempos pagãos, hábitos  este que nunca mudaram, fazendo uso de magias, orações e fórmulas propiciatórias: sos berbos (obrebus).

Isto é muito curioso, pois desde pequeno e sem saber de onde vinha este hábito ou dom, fazia imposição das mãos para curar e usava das orações para isto, principalmente contra dor de cabeça. Minha esposa que o diga. Quando olhei esta foto e legenda, durante a leitura do texto que aponta este antigo hábito da Sardenha, compreendi mais uma das heranças que não se apagam, está no inconsciente dos descendentes sardos estas crenças e religiosidade, tão comum e enraizada em antigas origens. Por isto, a cada dia que segue, descobertas nos fazem aproximar de nossos ancestrais e também da cultura riquíssima e bela que da Sardenha. 

Fonte : PRENDAS DI SARDEGNA  – http://www.prendasdesardegna.it


A foto é da sra. Burcei Marcia Virginia que realiza o rito para as dores de cabeça, fotografada por Charles Ballocco.



Tradições da Sardenha - Rica cultura


Este vídeo do Youtube mostra bonitas imagens e a Tradição milenar e encantadora da Sardenha. 
Vale a pena conhecer.


quarta-feira, 27 de março de 2013

Amigos para Sempre, os Imigrantes.


Dos italianos que vieram da Ilha da Sardenha (Itália) para Leopoldina, MG, Brasil em 1897, temos as famílias: Agus, Cadeddu, Cappai, Cucco, Duana, Fanni, Fois, Gessa, Lai, Mona, Picci, Porcu, Locci, Vargiolo e Zotti. Não são tantas famílias frente à grande quantidade de italianos do continente.

Uma atenção se volta para a Família Fanni (Família de Giuseppe Fanni), que entrou na Hospedaria dos Imigrantes Horta Barbosa de Juiz de Fora no mesmo dia, mês e ano que o bisavô (bisnonno) Giuseppe Cappai e sua família.

Giuseppe Fanni nasceu por volta de 1858 em Villasalto, Cagliari, Sardegna, Italia. Passou ao Brasil pelo vapor Aquitaine, sendo registrado na Hospedaria Horta Barbosa a 28 de junho de 1897. Saiu da Hospedaria com destino a Argirita, MG. Três de seus filhos nasceram em Villasalto, sendo: Salvatore Fanni nasceu por volta de 1889, Giuseppino Fanni nasceu por volta de 1892 e Pasqualina Fanni nasceu cerca de 1895.

Apesar de atravessar o oceano em navios diferentes, ambas as famílias (Fanni no vapor Aquitaine e a Cappai no vapor Equitá) vieram de Villasalto (Sardenha); deram entrada no mesmo dia na Hospedaria dos Imigrantes em Juiz de Fora e foram destinadas para o mesmo local de trabalho, em Argirita. Certamente estas duas famílias eram conhecidas ou até amigos, uma vez que Villasalto era e continua sendo uma pequena cidade com menos de 1400 habitantes.

Possivelmente na localização do cemitério onde foram enterrados meus bisavós, consiga localizar estes imigrantes da Família Fanni, afinal as duas famílias tinham filhos pequenos e, decerto, uma dava apoio para a outra. Segue a linha de pesquisa, sempre com novidades...