Virada do ano de 2016 e início de novos projetos. Encontrei meus formões sem corte e guardados no fundo da caixa de ferramentas. Influenciado pela rica história da ilha da Sardenha, peguei um modelo de Stela Fenícia, com escrita cuneiforme, nos primórdios da escrita da humanidade e... mãos à obra. Não fiquei satisfeito com o resultado, porque a madeira não é apropriada. Lasca com facilidade enquanto é trabalhada, mas proporcionou uma hora de catarse, enquanto filosofava sobre a Ilha Paraíso...
sábado, 31 de dezembro de 2016
sexta-feira, 2 de dezembro de 2016
Gigi Damiani - Poeta e Libertador
Um personagem italiano controverso teve um papel importante no encerramento da grande imigração italiana por volta de 1905, o que levou à sua deportação e prisão na Itália. Era um jornalista, dirigente dos jornais "Amigo do Povo" e "La Bataglia" entre outros, socialista e anarquista que agitou o Brasil a partir de São Paulo; mobilizando a opinião pública na época para encerrar a imigração italiana. Enxergou o sofrimento dos imigrantes mediante a exploração declarada das agências de contratação e o estímulo inconsequente do governo brasileiro. Sensibilizou as levas de imigrantes ao relento contra o destino incerto das famílias e a exploração da mão de obra dos imigrantes.
Falamos de Gigi Damiani (1876 - 1953), sobrenome da bisavó de minha esposa jornalista, Rosemara Kersul; cuja imigração chegou a Minas Gerais. Sua história é impressionante, que vai de órfão quando criança até sua determinante luta através do jornalismo, contra a exploração dos menos favorecidos. Foi perseguido e deportado por vários países. Mas deixou seu recado em favor dos sofridos imigrantes italianos, numa época conturbada que só favorecia o poder econômico. Abraçou uma grande causa, sem falácias e promoção pessoal. Pagou um preço alto, usando a mídia para estender seus gritos além das fronteiras do Brasil, mas escreveu importante fase de nossa história...
Para conhecer este interessante personagem, acesse o Link:
sexta-feira, 4 de novembro de 2016
Brasil e Itália firmam acordo para reconhecimento de CNH
Da Agência Italiana de Notícias:
BRASILEIROS HABILITADOS AGORA PODERÃO TER CARTA DE MOTORISTA ITALIANA.
Link:
quinta-feira, 3 de novembro de 2016
Algumas fotos do Autor do Blog - Jornalista Cappai
Além da genealogia e a Sardenha, aprecio "vino e formaggio", boa música e viagens.
Paizão com orgulho, vida dedicada à família. Minha esposa Mara e as filhas Giovanna e Gizelle.
Gosto das lambretas e dos carros. Gosto de estar nas estradas, ver paisagens e montanhas.
O inseparável design "Benetton", protegendo da luz do sol.
O pesquisador com a patroa, Rosemara Kersul.
Foto quando tinha 12 anos e residia em Leopoldina - MG, onde chegaram meus ancestrais sardos.
quarta-feira, 2 de novembro de 2016
Homenagem aos Sardos - Dia de Finados
O
Mar de Shardana
José Capaz – 02/11/2016
Cappai, sardos de
sangue e alma fortes,
Raízes viris,
profundas e enraizadas ao relento,
Herdeiros da milenar
Shardana, “popolo di mare”,
Origens
mediterrâneas, megalíticas e relevantes, o tempo.
Lavorava em tempos
idos os vinhedos villasaltesi,
Sobre pedras
enigmáticas de Nuraghes, cabras ao horizonte.
O mar como fronteira,
no coração mole de rochas insondáveis,
E, incontinenti, no
“Risorgimento”, arrancaram-lhes a
terra.
Cappai, família sem terra,
identidade provocada,
Genética flamejada
de Giuseppe e Maria Annica, família ao mar.
O olho perfurado
pela colheita nas vinhas, de sua filha Maria,
Preconiza, além das
montanhas de Biddesatu, tempos de
carestia.
Chama viva consome a
alma, sacolejada por veredas incertas,
De prosaicas
cantigas dos “gens” que decidiram pelo
mar,
Falam guerreiros e
aventureiros d’outrora, ventos arredios.
Trouxeram ao
sacolejo das ondas seis filhos, para América conquistar.
Cappai, destroçado
pela rara travessia, morre Maria,
Memorizando na
América a nevada Gernnagentu, divide
a família.
Giuseppe só,
imigrante destemido, agoniza sem meios de rever sua ilha.
E, em serras
capixabas, espírito de Shardana, há sempre de avistar o mar.
Oh! Giuseppe! mio bisnonno, história perene que me
encanta,
Neste Dia de Finados, aqui na serra da
Mantiqueira, distante do mar.
Giuseppe, Maria
Annica, Antonio, Maria, Salvatore, Filomena, Danielle, Raffaele,
Renascem todos na inquietude
da alma, a ilha que anseio reencontrar.
DIA DE FINADOS 2016 - Descobertas genealógicas
Estudar genealogia requer boas doses de paciência e muitas pesquisas,
por anos a fio, assim a sorte pode nos vir à porta. Às vésperas deste Dia de
Finados, a sorte chegou-me pelo Facebook, porque fui localizado por uma parenta
de Espírito Santo, de nome Michely Lisboa Capaz, filha de José Capaz, neta de
Valdemar Capaz e bisneta de Daniel Capaz (Danielle Capaz); que por sua vez, é
meu tio avô, irmão de meu nonno Raffaele Cappai (No Brasil, Rafael
Capaz). Somou algumas fotos à minha recente descoberta nesta semana de uma
foto de Antonio Belizandro dos Reis Meireles, o fazendeiro que contratou meus
ancestrais na Itália para a colheita de Café em meados de 1897, possivelmente
via Agência recrutadora de mão de obra para Minas Gerais; na antiga paragem de
Rio Pardo (Atual Argirita - MG).
Estes são fragmentos da pequena família de sardos que, na imigração rara
de 1897, permaneceram no Brasil. A maioria dos 6.144 sardos que veio e não se
adaptou; retornou para a ilha da Sardenha alguns anos após a chegada. Meu
bisnonno Giuseppe Cappai (No Brasil, José Capaz), então com 45 anos e sua
esposa Maria Annica Gessa, 35 anos, trouxeram seis filhos de Villasalto, sul da
Sardenha: Antonio (13 anos), Maria (10 anos), Salvatore (8 anos), Filomena (6
anos), Daniele (3 anos) e Raffaele (3 meses). Mas, meu bisnonno não retornou à
ilha no mediterrâneo, porque em 1912 perdeu a esposa (15 anos após a chegada ao
Brasil). Minha bisavó foi enterrada em Providência, distrito de Leopoldina. A
família, apesar de pequena, se dispersou entre MG, RJ e ES.
Com a morte da esposa, Giuseppe (José Capaz) com 60 anos de idade, mudou-se
com quatro dos filhos para o Estado do Espírito Santo. Não tenho informações
onde faleceu e foi enterrado, talvez "descansa" hoje em Nova Venecia,
Castelo ou Linhares, no Espírito Santo. Uma pista e uma intuição seria seu
paradeiro junto aos filhos mais velhos (já falecidos), a partir da localização
dos descendentes em municípios específicos do Espírito Santo. Busco contatos e
pesquisas pela internet. Mas a pesquisa de campo só será possível em 2017,
quando termino de acertar a formatura de uma das filhas, para que eu possa
investir em viagens à Serra Capixaba.
Mas Michely L. Capaz trouxe esperanças às minhas pesquisas, depois de me
fornecer a possível foto de meu bisnonno,
seu Tataravô. Presto hoje, Dia de Finados, todas minhas reverências e respeito
a este casal (Giuseppe e Maria Annica) que deixaram a ilha em 1897, para
"fazer a América". Sem a ousadia e coragem deste casal de sardos, não
existiríamos neste instante e nada disto seria possível. Tenho profundo desejo
de localizar fotos deles e o túmulo onde estão enterrados. Alterei a lápide do
túmulo de meu nonno, acertando o nome
de nascença dele (Em aço), Raffaele Cappai, a data correta de nascimento e
morte e o local de origem (Villasalto, em sardo "Biddesatu", que
significa "cidade do interior"). Farei também estas homenagens ao
jovem e intrépido casal, com seis filhos. E, em 2017, terei a publicação do tão
almejado Livro "A ILHA QUE ATRAVESSOU O MAR".
As fotos que Michely L. Capaz forneceu dos arquivos de família,
ainda estão por confirmar. Carecem de consultas aos idosos na sua família,
residentes no Espírito Santo. Do lado de cá, no alto da Serra da Mantiqueira,
em Minas Gerais, aguardo ansioso pelas notícias da Serra Capixaba. Por este
contato, que me deixa tão próximo de ter notícias históricas de meus
ancestrais, acenderei uma vela e rezarei a San Michele (São Miguel Arcanjo),
Patrono de Villasalto, a terra de meus ancestrais e Protetor da longa travessia.
Em homenagem ao Dia de Finados, coloco algumas fotos e imagens que fizeram a
semana.
Grazie a Dio, sono Sardo.
Antonio Belizandro dos Reis Meireles, fazendeiro que contratou a família para colher café, em 1897. Publicação no Diário Oficial "Minas Gerais", do Navio Equitá, em Santos, avisando a chegada da Família Cappai. Foram enviados para a Hospedaria Horta Barbosa, em Juiz de Fora e, menos de duas semanas depois, foram de trem para a Fazenda Bela Vista, em Rio Pardo (atual Argirita - MG).
Tio avô Danielle Cappai, no caixão. As pessoas na foto carecem de identificação, cuja pesquisa está sendo feita pela Michely L. Capaz.
Foto do tio avô Danielle (terceiro de terno, assentado), tendo ao lado direito, possivelmente seu pai, José Capaz (Giuseppe Cappai), meu bisnonno. Tenho uma intuição que a foto foi rasgada, como forma de apontar que a esposa (Maria Annica Gessa) já não estava entre eles, pois falecera em 1912 e fora enterrada em Minas Gerais, no Distrito de Providência (Leopoldina - MG). Se assim for, a única foto que tenho do casal de ancestrais sardos, origem de minha família no Brasil, está pela metade. Ao lado deste enigma da família, tenho o falecimento de meu "nonno" Raffaele, em 06/09/1963. Minha avó Izabel, ouvindo os vizinhos de que o câncer de estômago era contagioso, queimou todos pertences no quintal, após o enterro.
Família de meu "nonno" Raffaele Cappai. Meu pai João Capaz de Oliveira é o caçula, sentado na cadeira pequena. Na descrição de quem conhecia meu avô, era sistemático, trabalhador, habilidoso carpinteiro, honesto, falava pouco e enérgico na disciplina com os filhos.
Foto de meu nonno Raffaele Cappai (No Brasil, Rafael Capaz), que viveu em Leopoldina - MG. Faleceu como sardo, não naturalizou brasileiro.
Foto fornecida por parente no Espírito Santo, de Salvatore Cappai. Ele se encontrava na Colônia de Imigrantes Italianos, num Evento religioso. É o terceiro adulto, da esquerda para a direita, de bigode.
Minha Tia avó, Maria Cappai, que não tinha uma das vistas, devido a um acidente que teve na colheita de uvas, quando pequena em Villasalto, na Sardenha.
Visita com meu pai no pequeno cemitério de Providência, onde foi enterrada minha bisavó Maria Annica Gessa. Não conseguimos identificar o túmulo, por falta de placas ou controle do cemitério; que está sob acompanhamento da Prefeitura de Leopoldina - MG.
domingo, 25 de setembro de 2016
5º ENCONTRO ANUAL DA FAMÍLIA MARRA
Acompanhamos com muita emoção o 5º Encontro da Família MARRA (23-25 Set./2016) em Pocinhos do Rio Verde, uma pequena vila turística no município de Caldas, a 1070 metros na Serra da Mantiqueira. Participaram 80 pessoas neste Encontro anual, evento que se deu no histórico "Grande Hotel", um hotel com 130 anos de Fundação. A confraternização anual da FAMÍLIA MARRA, bem à italiana cada ano, ocorre em locais diferentes nos locais turísticos da região sul mineira.
A Família Marra está forte e crescendo, agora com mais bisnetos porvir. Da veia poética e melódica italiana, como todo ano acontece, estava lá esbanjando musicalidade, o Marcos de Itajubá e filhos, o grupo "Cantigas de além mar" representando a família da Tia Margarete, Moema representando a Família do Tio Messias, entre outros. Sem esquecer dos brindes e lembranças no evento, carinhosamente feitos pelo Beto e Lena. Para registrar este memorável e alegre evento da família, deixo em meu Blog algumas fotos.
No evento deste ano comemoro uma novidade em minha família, o prazer de se tornar avô no início de 2017. Um brinde a todos pelo sucesso do evento e por dar-me a honra de participar desta alegre e participativa família.
A Família Marra está forte e crescendo, agora com mais bisnetos porvir. Da veia poética e melódica italiana, como todo ano acontece, estava lá esbanjando musicalidade, o Marcos de Itajubá e filhos, o grupo "Cantigas de além mar" representando a família da Tia Margarete, Moema representando a Família do Tio Messias, entre outros. Sem esquecer dos brindes e lembranças no evento, carinhosamente feitos pelo Beto e Lena. Para registrar este memorável e alegre evento da família, deixo em meu Blog algumas fotos.
No evento deste ano comemoro uma novidade em minha família, o prazer de se tornar avô no início de 2017. Um brinde a todos pelo sucesso do evento e por dar-me a honra de participar desta alegre e participativa família.
Participantes do 5º Encontro da Família Marra.
Os cabeças honoráveis da Família Marra (Da esquerda para a Direita) presentes no evento, todos residentes no sul de Minas Gerais: Marta, Messias, Marli, Marcília, Marcos, Marice e Margarete.
Os "agregados" da Família na nobre função de perpetuar a família. Estou na foto também, como marido de Rosemara, meu presente da D. Marta Marra Kersul, esposa do saudoso carnavalesco "Mineirinho".
Nestas fotos, estou com a "patroa" Marita e meus "agregados" da segunda geração, o Gustavo e o Klayson Antônio (Dé), os Corintianos na área Rubro Negra...ssss
Nestas fotos, apresento como símbolos de Crescimento da Família Marra:
Minha filha Gizelle comemorando o quinto mês de gestação do bisneto de D. Marta e o pequeno Vinicius, neto de Ricardo Marra Kersul, brincando no gramado do hotel.
Uma vista do Grande Hotel, local do 2º Encontro da Família Marra, em Pocinhos do Rio Verde (MG).
terça-feira, 6 de setembro de 2016
O APM e a Preservação da Memória da Imigração
O Estado de Minas Gerais tem um trabalho de preservação de documentos da imigração digno de elogios no país. Todo acervo da Hospedaria Horta Barbosa, de Juiz de Fora, que recebeu a maioria dos imigrantes no Estado, entre outras fontes, estão hoje armazenados com modernas técnicas de conservação no APM - ARQUIVO PÚBLICO MINEIRO, na capital mineira. Em respeito à memória de muitas famílias de imigrantes e seus descendentes, hoje é possível acessar o site do APM e localizar a família de nossos ancestrais, saber quantos vieram, a idade deles, o navio que os trouxe, a data de chegada, para onde foram após a saída da Hospedaria (inclusive a Fazenda e seu proprietário, que os contratou para mão de obra cafeeira), parentes que acompanharam e, se tiver sorte, documentos e fotos no acervo.
Para quem busca recompor a história, montar a Árvore Genealógica ou mesmo requerer a cidadania italiana ou outra, o APM é o caminho inicial. É muito emocionante localizar a história de nossos ancestrais, através deste serviço gratuito. Além do acesso às informações, o interessado poderá solicitar uma Certidão do APM, atestando a chegada dos parentes, pagando somente pelo serviço de correio. No meu caso, localizei no Banco de Dados do APM meu "nonno" e meus "bisnonnos" e também meus tios avós, que hoje tento localizá-los entre os Estados de Minas Gerais e Espírito Santo. O Estudo da Geneologia é fascinante, porque tudo que somos hoje são reflexos e heranças genéticas do passado. Podemos estar repetindo padrões comportamentais de nossos ancestrais, de forma imperceptível e contínua. Podem ser positivos ou negativos, mas sob minha percepção humanista, não cabe aqui quaisquer maniqueísmos. E há quem faça a "Constelação Familiar" como forma de buscar e atenuar os aspectos negativos de heranças perturbadoras, o que vejo como mera curiosidade neste mundo plural que vivemos. Ainda assim, conhecer nossa história familiar nos faz mais humanos e determinados para enfrentar as diversidades. Somos as sementes "testemunhas" de que a empreitada de atravessar o mar, deu certo...
A partir da pesquisa documental no APM, começa um terreno árido para quem pesquisa a ancestralidade, que esbarra em informações de antigos e abandonados cemitérios, poucas informações nas Prefeituras Municipais (onde geralmente o "coveiro" antigo faleceu e não há livros de registros), livros antigos e poucos elucidativos em Cartórios não informatizados do interior e, na maioria das vezes, os parentes idosos que pouco lembram e escassez generalizada de documentos nas famílias. No ambiente privado, a informação de parentes falecidos esbarra em crenças e religiosidades, onde os documentos geralmente eram enterrados ou queimados após o falecimento de seus donos. Havia a crença religiosa de que "pertenciam" aos mortos, enquanto os vivos continuam buscando por informações. A história familiar, na maioria das vezes, terminam em cinzas ou no esquecimento. Foi assim com o meu nonno Raffaele Cappai. Após a morte do nonno em 06 de Setembro de 1963, no Bairro Alto da Ventania, em Leopoldina, Zona da Mata Mineira, às 7 horas, idade 66 anos, causada por câncer de estômago. Minha avó Izabel da Conceição, ouvindo conselhos da vizinhança (segundo informações de meu primo), queimou todos seus pertences, porque o "câncer era contagioso". Certamente, muita história é queimada junto com estes documentos...
E reitero, com bastante veemência, a importância das fontes que nos permitem acessar documentos de época, como forma de recordar e reconstruir a história de nossos ancestrais. Por sorte, evoluímos muito e hoje há sites especializados, consultorias especializadas em Genealogia, pesquisadores nos países de origem que rastreiam documentos, a própria evolução tecnológica com o advento da internet, a informatização, a globalização e os Tratados Internacionais. No ambiente privado, as famílias já reconhecem o valor de preservar documentos, contar suas origens para filhos e netos, perpetuando assim a história familiar. Haverá um dia, dentro da disciplina de História ou Sociologia, um espaço próprio que oriente a Genealogia nas escolas brasileira, porque - tão importante quanto à história política e social do país - uma nação foi construída por mãos de imigrantes e seus descendentes. E esta história não pode ser esquecida pelo povo forte que somos...
Modelo de Certidão expedida pelo APM, em Belo Horizonte. Estes são meus ancestrais sardos, que a exatos 119 anos, possibilitou toda a existência de minha família no Brasil. Reverencio a coragem e determinação deles e agradeço minha existência. Agradeço ao APM, por esta emocionante descoberta, pela preservação dos documentos da grande imigração italiana.
Site do APM: http://www.siaapm.cultura.mg.gov.br/
Para quem busca recompor a história, montar a Árvore Genealógica ou mesmo requerer a cidadania italiana ou outra, o APM é o caminho inicial. É muito emocionante localizar a história de nossos ancestrais, através deste serviço gratuito. Além do acesso às informações, o interessado poderá solicitar uma Certidão do APM, atestando a chegada dos parentes, pagando somente pelo serviço de correio. No meu caso, localizei no Banco de Dados do APM meu "nonno" e meus "bisnonnos" e também meus tios avós, que hoje tento localizá-los entre os Estados de Minas Gerais e Espírito Santo. O Estudo da Geneologia é fascinante, porque tudo que somos hoje são reflexos e heranças genéticas do passado. Podemos estar repetindo padrões comportamentais de nossos ancestrais, de forma imperceptível e contínua. Podem ser positivos ou negativos, mas sob minha percepção humanista, não cabe aqui quaisquer maniqueísmos. E há quem faça a "Constelação Familiar" como forma de buscar e atenuar os aspectos negativos de heranças perturbadoras, o que vejo como mera curiosidade neste mundo plural que vivemos. Ainda assim, conhecer nossa história familiar nos faz mais humanos e determinados para enfrentar as diversidades. Somos as sementes "testemunhas" de que a empreitada de atravessar o mar, deu certo...
A partir da pesquisa documental no APM, começa um terreno árido para quem pesquisa a ancestralidade, que esbarra em informações de antigos e abandonados cemitérios, poucas informações nas Prefeituras Municipais (onde geralmente o "coveiro" antigo faleceu e não há livros de registros), livros antigos e poucos elucidativos em Cartórios não informatizados do interior e, na maioria das vezes, os parentes idosos que pouco lembram e escassez generalizada de documentos nas famílias. No ambiente privado, a informação de parentes falecidos esbarra em crenças e religiosidades, onde os documentos geralmente eram enterrados ou queimados após o falecimento de seus donos. Havia a crença religiosa de que "pertenciam" aos mortos, enquanto os vivos continuam buscando por informações. A história familiar, na maioria das vezes, terminam em cinzas ou no esquecimento. Foi assim com o meu nonno Raffaele Cappai. Após a morte do nonno em 06 de Setembro de 1963, no Bairro Alto da Ventania, em Leopoldina, Zona da Mata Mineira, às 7 horas, idade 66 anos, causada por câncer de estômago. Minha avó Izabel da Conceição, ouvindo conselhos da vizinhança (segundo informações de meu primo), queimou todos seus pertences, porque o "câncer era contagioso". Certamente, muita história é queimada junto com estes documentos...
E reitero, com bastante veemência, a importância das fontes que nos permitem acessar documentos de época, como forma de recordar e reconstruir a história de nossos ancestrais. Por sorte, evoluímos muito e hoje há sites especializados, consultorias especializadas em Genealogia, pesquisadores nos países de origem que rastreiam documentos, a própria evolução tecnológica com o advento da internet, a informatização, a globalização e os Tratados Internacionais. No ambiente privado, as famílias já reconhecem o valor de preservar documentos, contar suas origens para filhos e netos, perpetuando assim a história familiar. Haverá um dia, dentro da disciplina de História ou Sociologia, um espaço próprio que oriente a Genealogia nas escolas brasileira, porque - tão importante quanto à história política e social do país - uma nação foi construída por mãos de imigrantes e seus descendentes. E esta história não pode ser esquecida pelo povo forte que somos...
Modelo de Certidão expedida pelo APM, em Belo Horizonte. Estes são meus ancestrais sardos, que a exatos 119 anos, possibilitou toda a existência de minha família no Brasil. Reverencio a coragem e determinação deles e agradeço minha existência. Agradeço ao APM, por esta emocionante descoberta, pela preservação dos documentos da grande imigração italiana.
Site do APM: http://www.siaapm.cultura.mg.gov.br/
sexta-feira, 24 de junho de 2016
A genealogia da Família "DUTRA"
Tenho também a genealogia dos "DUTRA", por parte de minha mãe genética Maria José Dutra Capaz, a qual perdi quando tinha três anos de idade. Ela faleceu com 24 anos, em 29/08/1967. Meus avós, por parte da mãe, são Aureliano Dutra Nicácio e Maria Vieira de Carvalho. São naturais de Leopoldina, Zona da Mata, Minas Gerais.
E como eu gosto de história e genealogia, temperada com minha formação acadêmica (jornalismo), coloco aqui no Blog, um pouco da história da Família Dutra, suas origens nas ilhas dos Açores, Ilha Faial, Portugal. Também sua recente trajetória na história da colonização do Brasil, com alguns personagens na história política de Minas e do Brasil. Antes da ocupação das Ilhas Faial, as origens mais antigas do DUTRA estão na antiga Holanda. Aponto também detalhes do Brasão da Família Dutra, num painel que montei para que os representantes da família guardem como lembrança.
Para registro, deixo as poucas fotos que tenho de meus avós e de minha mãe, minhas únicas lembranças de um passado distante. Em meu livro "A ilha de Atravessou o Mar", o qual pretendo publicar em breve, nomeio minhas origens como "GENÉTICA DAS DUAS ILHAS", porque por parte de meu avô, linha paterna, tenho origem na Ilha da Sardenha (Itália) e, pela linha materna, a Ilha Faial (Portugal). Não é à toa, que tenho meu Caiaque, gosto de navegar e pescar. Adoro peixes e, por pouco, quando formei em Agropecuária, não optei pela Engenharia de Pesca. Fiz bem em não ter buscado este caminho, porque tenho uma família maravilhosa hoje, casado com a Mara e com duas filhas muito amáveis e estudiosas, a Gizelle e a Giovanna. Por mais que planeje ou mesmo desencante com os rumos da história pessoal, a vida tem sempre a "cereja sobre o bolo", algo que nos encanta e estimula a prosseguir.
Agradeço minhas origens. Tenho orgulho de minhas raízes. Por tudo que sou hoje e pelas informações que me encantam no estudo de minha história, agradeço a Deus por tê-las encontrado. Estou completo no meu encontro, feliz e encantado pela história, mais ciente de minhas responsabilidades e mais humano, porque passei a compreender o sentido profundo de "ser família". Apesar de toda distância temporal e espacial, a família está impregnada em nossa alma, coração, lembranças e gestos. Está gravado além do DNA Mitocondrial, está na minha forma de ser e de estar, na minha presença. E, por tudo isto, estou mais consciente hoje. Quando se estuda a genealogia, entendemos nossa pequena e importante contribuição na árvore da vida, além do "Albero genealógico", porque semeamos parte de nós, de nossa família, para tornar o mundo melhor. E conhecer a nossa história é conhecer a informação hereditária e genética que, somada ao ambiente e nossa percepção de mundo, pode tornar este mundo melhor. É valorizar o núcleo famíliar, porquanto semente de uma grande espiritualidade que se forma, a partir de nossa contribuição, é colaborar efetivamente com a universal "arvore da vida". O estudo da genealogia, neste ponto do conhecimento e da percepção da espiritualidade, a meu ver, deveria ser disciplina essencial nas escolas. É o cimento que une pessoas, valoriza e respeita o outro, cria uma nação baseada na família. Em muitos países do velho mundo já atinaram para esta importante missão. De que adianta estudar a história das civilizações e do seu país, se não conhece a sua própria história familiar? Este é o ponto...
E aqui vai uma primeira pitada da genealogia dos "DUTRA".
E como eu gosto de história e genealogia, temperada com minha formação acadêmica (jornalismo), coloco aqui no Blog, um pouco da história da Família Dutra, suas origens nas ilhas dos Açores, Ilha Faial, Portugal. Também sua recente trajetória na história da colonização do Brasil, com alguns personagens na história política de Minas e do Brasil. Antes da ocupação das Ilhas Faial, as origens mais antigas do DUTRA estão na antiga Holanda. Aponto também detalhes do Brasão da Família Dutra, num painel que montei para que os representantes da família guardem como lembrança.
Para registro, deixo as poucas fotos que tenho de meus avós e de minha mãe, minhas únicas lembranças de um passado distante. Em meu livro "A ilha de Atravessou o Mar", o qual pretendo publicar em breve, nomeio minhas origens como "GENÉTICA DAS DUAS ILHAS", porque por parte de meu avô, linha paterna, tenho origem na Ilha da Sardenha (Itália) e, pela linha materna, a Ilha Faial (Portugal). Não é à toa, que tenho meu Caiaque, gosto de navegar e pescar. Adoro peixes e, por pouco, quando formei em Agropecuária, não optei pela Engenharia de Pesca. Fiz bem em não ter buscado este caminho, porque tenho uma família maravilhosa hoje, casado com a Mara e com duas filhas muito amáveis e estudiosas, a Gizelle e a Giovanna. Por mais que planeje ou mesmo desencante com os rumos da história pessoal, a vida tem sempre a "cereja sobre o bolo", algo que nos encanta e estimula a prosseguir.
Agradeço minhas origens. Tenho orgulho de minhas raízes. Por tudo que sou hoje e pelas informações que me encantam no estudo de minha história, agradeço a Deus por tê-las encontrado. Estou completo no meu encontro, feliz e encantado pela história, mais ciente de minhas responsabilidades e mais humano, porque passei a compreender o sentido profundo de "ser família". Apesar de toda distância temporal e espacial, a família está impregnada em nossa alma, coração, lembranças e gestos. Está gravado além do DNA Mitocondrial, está na minha forma de ser e de estar, na minha presença. E, por tudo isto, estou mais consciente hoje. Quando se estuda a genealogia, entendemos nossa pequena e importante contribuição na árvore da vida, além do "Albero genealógico", porque semeamos parte de nós, de nossa família, para tornar o mundo melhor. E conhecer a nossa história é conhecer a informação hereditária e genética que, somada ao ambiente e nossa percepção de mundo, pode tornar este mundo melhor. É valorizar o núcleo famíliar, porquanto semente de uma grande espiritualidade que se forma, a partir de nossa contribuição, é colaborar efetivamente com a universal "arvore da vida". O estudo da genealogia, neste ponto do conhecimento e da percepção da espiritualidade, a meu ver, deveria ser disciplina essencial nas escolas. É o cimento que une pessoas, valoriza e respeita o outro, cria uma nação baseada na família. Em muitos países do velho mundo já atinaram para esta importante missão. De que adianta estudar a história das civilizações e do seu país, se não conhece a sua própria história familiar? Este é o ponto...
E aqui vai uma primeira pitada da genealogia dos "DUTRA".
Brasão da Família DUTRA e o histórico do sobrenome.
Meu avô Aureliano Dutra Nicácio e minha avó Maria Vieira de Carvalho, ambos falecidos em Leopoldina - MG
Minha mãe com meu irmão no colo (João Batista Dutra Capaz) e eu estava em gestação. Esta foto possivelmente tenha sido tirada em Ubá - MG.
PESQUISA: José Capaz Dutra Cappai, jornalista (Univás/PA), especializado em Historiografia.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
Contabilizando 11 Gerações - A Matemática na Genealogia.
O renomado e providencial site do "My Heritage" nos dá uma estatística matemática para a Tabela das Gerações, a partir de sua geração até à 21 geração. É muito fascinante pesquisar e registrar histórias, quantas se passaram até chegar a você e entender as que perderam pelo caminho. A genealogia, neste aspecto de apurar informações familiares, é semelhante ao de um arqueólogo, detetive, colecionador ou arquivista pesquisador. Empolga e fascina à cada descoberta. É educativo, esclarecedor, podendo tornar um entretenimento importante na vida das pessoas. Se deixe cativar, tente e verá o que está perdendo. Seus antepassados podem revelar muito de sua identidade e pessoa. Vale a pena, pesquisar. Também é uma forma de reinventar-se, melhorar sua autoestima e ter uma autoajuda (análise) dentro de sua própria casa, a partir de seus momentos livres. Conhecer a história pessoal é fundamental na "Árvore da Vida".
Nossa compreensão e mudanças positivas, a partir do estudo da Genealogia, podem mudar nossa história pessoal, de nosso núcleo familiar e, num plano mais amplo, a consciência de uma nação. Cuide de você, cuide de sua família e teremos um bairro melhor, uma cidade melhor e, por extensão, teremos uma nação mais consciente e unida. Um povo sem história é um povo sujeito à dominações, sem identidade e vitimada pela "matemática das perdas", ficando à deriva da morte e do esquecimento. Esquecer é morrer, no sentido mais profundo da palavra. Toda história de nossa sociedade começa pela história das famílias, que não devem ser esquecidas. Cuidando da família, cuidamos da nossa sociedade.
Nossa compreensão e mudanças positivas, a partir do estudo da Genealogia, podem mudar nossa história pessoal, de nosso núcleo familiar e, num plano mais amplo, a consciência de uma nação. Cuide de você, cuide de sua família e teremos um bairro melhor, uma cidade melhor e, por extensão, teremos uma nação mais consciente e unida. Um povo sem história é um povo sujeito à dominações, sem identidade e vitimada pela "matemática das perdas", ficando à deriva da morte e do esquecimento. Esquecer é morrer, no sentido mais profundo da palavra. Toda história de nossa sociedade começa pela história das famílias, que não devem ser esquecidas. Cuidando da família, cuidamos da nossa sociedade.
O Sobrenome CAPPAI na Ilha da Sardenha - Ocorrência
Na Ilha da Sardenha tem 568 famílias com o sobrenome CAPPAI. A grande maioria, cerca de 306 famílias, residem no sul da Ilha, na região da Cagliari (Capital da ilha).
Na região sul da Sardenha encontra-se as raízes históricas do sobrenome CAPPAI, distantes no feudalismo da ilha (Século XIII), nas Contas de Villasalto/Muravera. Também o título de nobreza da família, parte do Brasão com a seguinte alcunha: "Cavaleiro Hereditário e Nobre Sardo", que se estende aos descendentes desta família até os dias de hoje. Daí a "alma" do Brasão de família trazer o símbolo da árvore (Albero Sradicato de Arborea), o stemma do Reino de Arborea, reis que dominaram a ilha por séculos e traziam em suas veias o sangue e a genética CAPPAI.
Esta história é muito interessante e pesquiso como jornalista há mais de três anos. Faz parte dos estudos do meu livro "A ILHA QUE ATRAVESSOU O MAR", registrado na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, que será publicado este ano no Brasil (Produção independente).
Ocorrência Regional do Sobrenome Cappai na ITÁLIA
Na internet é possível visualizar e concluir que a ocorrência do sobrenome CAPPAI se dá no Norte do Continente italiano e de forma predominante na Ilha da Sardenha, onde estão as origens históricas do sobrenome.
Do total de 772 famílias em toda a Itália (Ilha e Continente), cerca de 568 famílias residem ou tem origem na Sardenha.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
TESTE MITOCONDRIAL DE ANCESTRALIDADE - Como funciona.
TESTE MITOCONDRIAL – Como funciona o estudo genético de
nossa ancestralidade?
TESTE DE ANCESTRALIDADE Materno e Paterno - Grupo Genera.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
TESTE DE DNA - Curiosidades e Ancestralidade
Agora você fez a ÁRVORE GENEALÓGICA, levantou documentos na terra de origem dos ancestrais e quer aprofundar nos estudos da genética familiar. Quer saber se tem ou qual o percentual de sangue europeu corre em suas veias e, mais ainda, de que região exatamente origina seus ancestrais ou se é judeu ou não. Tudo isto é possível saber através do teste de DNA mitocôndrial, que determina com precisão sua ascendência pelos HAPLOGRUPOS presentes. Existem empresas no Brasil e no exterior que faz exames, a custos que variam de 100 a 400 dólares.
O Haplogrupo I (ADN-Y) - Cromossoma Y, está presente em 1/5 da população européia. É praticamente ausente fora da Europa. Na Ilha da Sardenha, ocorre o subclado I-M26 do haplogrupo I, específico da ilha. O segundo haplogrupo de cromossoma Y entre a população sarda é R1b; seguido do haplogrupo G (Y-ADN). O haplogrupo se dá pela linha paterna, que leva consigo a herança genética. Daí, durante muitos anos, os países que possuem legislação específica ao reconhecimento de cidadania, entre eles a Itália, ter aceito somente pela linha paterna. Recentemente, passou a aceitar pela linha materna.
O haplogrupo I é específico da Sardenha, um dos povos mais antigos da terra (DNA de Ötzi, o homem do gelo), Shardana - o povo do mar e, quem sabe, dos descendentes de "Atlântida" de Platão, cuja existência na Sardenha consta na teoria do arqueólogo Paolo Valente Poddighe e outros posteriores. Faremos o teste para constar no livro "A ILHA QUE ATRAVESSOU O MAR". É um bom aperitivo e incentivo aos "oriundi" na descoberta de suas ricas raízes históricas...
Por curiosidade, o Haplogrupo A é aquele corresponde às três Américas, corresponde ao sangue e ascendência dos ameríndios.
Um vídeo interessante, feito pelo pesquisador Gabriel Torres fala sobre a Genealogia pelo DNA e tira dúvidas a respeito. É só copiar o LINK e acessar pelo seu navegador no youtube. Veja:
Um site interessante de uma empresa que faz exames de DNA, atesta se você tem ascendência Judia ou não. Os estudos que fiz apontam a origem bíblica distante do sobrenome CAPPAI, como de procedência hebraica, sendo a grafia GABBAI, uma das 12 tribos de Benjamin que caminhou pelo deserto em busca da terra prometida. Uma forma de confirmar se a ascendência de nossa família sarda tem raízes judias, é fazer o exame de DNA mitocôndrial que está neste site. Vejam:
Um site igualmente interessante aponta regiões onde ocorrem os haplogrupos na Europa, específicos à família. Com ele é possível localizar os primos de 2º e 3º graus na Europa, no banco de dados destas empresas especializadas. Isto é possível, com o laudo do exame de DNA nas mãos. Conheça este site, através do Link:
Um fraterno abraccio a tutti.
domingo, 24 de janeiro de 2016
LINKS interessantes para sobrenome CAPPAI
Distribuição do sobrenome Cappai na Itália, destacando a supremacia das famílias e sua origem na ilha da Sardenha:
http://www.mondosardegna.net/all-lang/cognomi/cognomi.phpLANG=ita&single=1&cognome=CAPPAI
Orígem do Título de Nobreza - "CAVALEIRO HEREDITÁRIO E NOBRE SARDO.", que se estende a todos os membros da família, com origem na Ilha da Sardenha.
http://www.araldicasardegna.org/storia_nobilta/origen_del_cavallerato.htm
Dicionário Histórico Feudal, onde cita as duas grafias na origem feudal do sobrenome na Ilha da Sardenha. Vejam:
http://www.araldicasardegna.org/storia_nobilta/dizionario_storico_feudale.htm
Palácio Nieddu Cappai - História da Ilha. No Brasão da Família está estampado o "Albero eradicado", a árvore que simboliza o Regno d'Arborea. Vejam:
http://www.araldicasardegna.org/palazzi_quadri_oggettistica/palazzo_cugia.htm
O Hebraísmo na Sardenha - Estudos apontam a orígem bíblica do sobrenome Cappai. "Gabbai" é uma das 12 tribos de Benjamin, que percorreu o deserto em busca da terra prometida. A raiz dos sobrenomes são bem parecidos. Consultem:
http://www.linguasarda.com/htm/linguista/ebraismo_sardegna.html#2p
PROCEDIMENTO: Copie o LINK e cole no local de pesquisa de seu navegador e dê "ENTER" para acessar a pesquisa.
domingo, 17 de janeiro de 2016
Neve em Villasalto - Sardenha
A região de Gerrei, onde está localizada Villasalto, a cidade de meus ancestrais sardos, está sob intensa neve.
Quem postou as fotos de Villasalto no facebook é seu morador Ignazio Siddi. Nas montanhas ao fundo, está a parte alta do monte de Gennargentu (Punta La Marmora) , área do Parque Nacional, a 1.834 metros de altitude, onde vemos os picos nevados nesta época do ano.
A informação é que está muito frio na região serrana da Sardenha, onde os carros estão com dificuldades para trafegar. É uma boa ocasião para se tomar um vinho, degustar um bom queijo e apreciar uma boa companhia próximo à lareira. Gostaria muito de estar com a patroa na Sardenha neste momento, a passeio na ilha paraíso...
Quem postou as fotos de Villasalto no facebook é seu morador Ignazio Siddi. Nas montanhas ao fundo, está a parte alta do monte de Gennargentu (Punta La Marmora) , área do Parque Nacional, a 1.834 metros de altitude, onde vemos os picos nevados nesta época do ano.
A informação é que está muito frio na região serrana da Sardenha, onde os carros estão com dificuldades para trafegar. É uma boa ocasião para se tomar um vinho, degustar um bom queijo e apreciar uma boa companhia próximo à lareira. Gostaria muito de estar com a patroa na Sardenha neste momento, a passeio na ilha paraíso...
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