segunda-feira, 31 de março de 2014
segunda-feira, 3 de março de 2014
A História Familiar em nossas veias...
No inicio de janeiro deste ano, 2014, viajei até Leopoldina, zona da mata, MG. Está a cerca de 500 km de Pouso Alegre, onde resido com minha família. Visitei meu pai João Capaz e juntos fomos ao cemitério colocar uma nova Placa de Identificação no túmulo de meu avô CAPPAI RAFFAELE. Dia de sol e muito calor em Leopoldina. A viagem fez descer de 830 metros para 220 metros de altitude em Leopoldina. O evento encerrava o trabalho de pesquisa de quase 1,5 ano de muitas emoções e descobertas, iniciando um novo estágio com muitas perguntas por responder. Mas ali estávamos de corpo e alma. Como parte da primeira e a segunda geração de sardos no Brasil, colocamos a placa no túmulo, em silêncio e reverência...
Um momento muito especial estar com meu pai refazendo singelamente o passo a passo da história, de reconstruir o que estava disperso e perdido nos documentos históricos. Meu avô veio para o Brasil como italiano e morreu como italiano. Muito certamente pensavam melhorar de situação e retornar para a Ilha da Sardenha. Só assim explica porque a família não se naturalizou como brasileiros. Depois de estudar a ilha, percebo o quanto estou ligado também à sua história, costumes e crenças; que por capricho da natureza, nasci em terras distantes, mas com espírito igualmente sardo...
E ao acender a vela e orar no túmulo de meu avô, percebi uma centelha em minha alma, que vai muito além do reconhecimento da cidadania italiana e da inquietude interior, PRECISO RETORNAR PARA A ILHA DA SARDENHA, POIS UMA PARTE DE MIM ESTÁ LÁ TAMBÉM. E para completar o ciclo e o ritual, preciso orar na Igreja do padroeiro de Villasalto, terra de meus ancestrais, a nosso protetor São Miguel Arcanjo. Simbolicamente, na pessoa do neto, a família toda retornará para a ilha. Preciso respirar o ar de Villasalto (Sardenha) e saudar esta terra em nome de todos meus ancestrais. Eu não estaria vivo para contar esta história, se eles não tivessem feito a última aventura de suas vidas, no além mar. Mas no fundo de meu espírito e borbotões, surge uma tênue convicção, eles ainda continuam bem vivos...
"A HERANÇA HISTÓRICA DE NOSSA FAMÍLIA, CORRE EM NOSSAS VEIAS"
Um momento muito especial estar com meu pai refazendo singelamente o passo a passo da história, de reconstruir o que estava disperso e perdido nos documentos históricos. Meu avô veio para o Brasil como italiano e morreu como italiano. Muito certamente pensavam melhorar de situação e retornar para a Ilha da Sardenha. Só assim explica porque a família não se naturalizou como brasileiros. Depois de estudar a ilha, percebo o quanto estou ligado também à sua história, costumes e crenças; que por capricho da natureza, nasci em terras distantes, mas com espírito igualmente sardo...
E ao acender a vela e orar no túmulo de meu avô, percebi uma centelha em minha alma, que vai muito além do reconhecimento da cidadania italiana e da inquietude interior, PRECISO RETORNAR PARA A ILHA DA SARDENHA, POIS UMA PARTE DE MIM ESTÁ LÁ TAMBÉM. E para completar o ciclo e o ritual, preciso orar na Igreja do padroeiro de Villasalto, terra de meus ancestrais, a nosso protetor São Miguel Arcanjo. Simbolicamente, na pessoa do neto, a família toda retornará para a ilha. Preciso respirar o ar de Villasalto (Sardenha) e saudar esta terra em nome de todos meus ancestrais. Eu não estaria vivo para contar esta história, se eles não tivessem feito a última aventura de suas vidas, no além mar. Mas no fundo de meu espírito e borbotões, surge uma tênue convicção, eles ainda continuam bem vivos...
"A HERANÇA HISTÓRICA DE NOSSA FAMÍLIA, CORRE EM NOSSAS VEIAS"
A IMIGRAÇÃO E SEUS EFEITOS COLATERAIS...
Entre os anos de 1880 e 1930, o Brasil recebeu milhares de italianos, numa imigração que só assemelha à diáspora bíblica dos hebreus. Enquanto a Itália passava por uma forte crise econômica, principalmente pós a unificação, com excesso de patrícios e poucos empregos, o Brasil precisa de mão de obra na cafeicultura, com a abolição da escravatura e, posteriormente, como o apelo da industrialização.
Na Itália incentivava a vinda dos italianos com panfletos e publicidade para "fazer a América". Aqui no Brasil, a história era outra, porque era precário e extremamente simples a recepção e o procedimento de registro dos imigrantes e suas famílias pelos órgãos do governo. Vinham abarrotados em navios, eram acolhidos nas Hospedarias dos Imigrantes, cuja ordem era a urgência em despachar os que chegavam para as lavouras. Não havia espaço para todos. Muitos ficaram no anonimato ou morreram como indigentes. Os que morreram em alto mar, foram esquecidos para sempre. A diferença da cultura, do idioma e o despreparo na recepção dos imigrantes separou famílias por toda uma geração.
Em face de todos os erros e desencontros da imigração em massa, a história e a cultura do Brasil foi marcada para sempre com a vinda dos imigrantes italianos. Entre 1870 e 1953 entraram no Brasil 1.565.835 italianos. Deste total, apenas 6.000 eram sardos, os que ficaram no Brasil. Estima-se que na Argentina, o número de imigrantes sardos foi maior dos que ficaram no Brasil, em torno de 17.000. Ainda assim, os sardos eram uma pequena parte na grande parcela de imigrantes italianos.
A família de meu bisavô sardo CAPPAI GIUSEPPE chegou na Hospedaria dos imigrantes em 1897, estava destinado à Fazenda de Café do sr. Antônio Belizandro dos Reis Meirelles, Fazenda Bella Vista, município de Leopoldina. E dentre os poucos sardos que vieram neste ano, seguiu o rito de entrada do imigrante. Dos registros que tenho, ele ficou viúvo em 1912, de sua esposa GESSA Maria Annica, que faleceu com 49 anos no município de Providência, Distrito de Leopoldina, zona da mata mineira. Em 1913 casou seu filho CAPPAI SALVATORE em Leopoldina e mudou-se para Nova Venécia, Estado do Espírito Santo. Em 1917, retornou para acompanhar o casamento de meu avô CAPPAI RAFFAELE. E a partir deste registro, não há mais informações a seu respeito.
O meu trabalho é reconstruir a história, porque ela é a única coisa palpável da família que se dispersou, fragmentou-se após ter o sobrenome alterado no Brasil. Decerto, os CAPPAI são realmente uma família CAPAZ, meu sobrenome no país, e só o tempo para solucionar as lacunas deixadas...
Para ilustrar estes comentários, segue uma propaganda italiana incentivando a imigração, pois no início o governo italiano chegou a colaborar com dinheiro para os imigrantes. Por parte das Hospedarias no Brasil, havia um ritual simples para receber, cuidar e alimentar o imigrante por alguns dias, destinando-os em seguida para o contratante dos serviços. Poucos são os registros deste tempo...
Na Itália incentivava a vinda dos italianos com panfletos e publicidade para "fazer a América". Aqui no Brasil, a história era outra, porque era precário e extremamente simples a recepção e o procedimento de registro dos imigrantes e suas famílias pelos órgãos do governo. Vinham abarrotados em navios, eram acolhidos nas Hospedarias dos Imigrantes, cuja ordem era a urgência em despachar os que chegavam para as lavouras. Não havia espaço para todos. Muitos ficaram no anonimato ou morreram como indigentes. Os que morreram em alto mar, foram esquecidos para sempre. A diferença da cultura, do idioma e o despreparo na recepção dos imigrantes separou famílias por toda uma geração.
Em face de todos os erros e desencontros da imigração em massa, a história e a cultura do Brasil foi marcada para sempre com a vinda dos imigrantes italianos. Entre 1870 e 1953 entraram no Brasil 1.565.835 italianos. Deste total, apenas 6.000 eram sardos, os que ficaram no Brasil. Estima-se que na Argentina, o número de imigrantes sardos foi maior dos que ficaram no Brasil, em torno de 17.000. Ainda assim, os sardos eram uma pequena parte na grande parcela de imigrantes italianos.
A família de meu bisavô sardo CAPPAI GIUSEPPE chegou na Hospedaria dos imigrantes em 1897, estava destinado à Fazenda de Café do sr. Antônio Belizandro dos Reis Meirelles, Fazenda Bella Vista, município de Leopoldina. E dentre os poucos sardos que vieram neste ano, seguiu o rito de entrada do imigrante. Dos registros que tenho, ele ficou viúvo em 1912, de sua esposa GESSA Maria Annica, que faleceu com 49 anos no município de Providência, Distrito de Leopoldina, zona da mata mineira. Em 1913 casou seu filho CAPPAI SALVATORE em Leopoldina e mudou-se para Nova Venécia, Estado do Espírito Santo. Em 1917, retornou para acompanhar o casamento de meu avô CAPPAI RAFFAELE. E a partir deste registro, não há mais informações a seu respeito.
O meu trabalho é reconstruir a história, porque ela é a única coisa palpável da família que se dispersou, fragmentou-se após ter o sobrenome alterado no Brasil. Decerto, os CAPPAI são realmente uma família CAPAZ, meu sobrenome no país, e só o tempo para solucionar as lacunas deixadas...
Para ilustrar estes comentários, segue uma propaganda italiana incentivando a imigração, pois no início o governo italiano chegou a colaborar com dinheiro para os imigrantes. Por parte das Hospedarias no Brasil, havia um ritual simples para receber, cuidar e alimentar o imigrante por alguns dias, destinando-os em seguida para o contratante dos serviços. Poucos são os registros deste tempo...
domingo, 2 de março de 2014
Genealogia de Eleonora Cappai - Regno de Arborea - Sardenha
Esta é a Arvore Genealógica de Eleonora Cappai de Arborea, personagem histórica no Reino de Arborea da Ilha da Sardenha, período medieval, filha de Mariano IV Cappai de Arborea, descendentes diretos de Vera Cappai, natural de Villasalto. A cidade centenária, antiga vila feudal, tem hoje cerca de 1300 habitantes. Cidade onde nasceu meus ancestrais.
Família Cappai - Os fragmentos históricos se juntam...
GENEALOGIA DA FAMÍLIA
CAPPAI
CAPPAI ANTÔNIO
Casou com AGUS
MARIANNA.
Filho: CAPPAI
GIUSEPPE.
Natural de
Villasalto, Província Cagliari, Sardenha, Itália.
Parente mais antigo:
Vera Cappai, filha do Conde Perra Johanni Cappai, de 1287.
GESSA RAIMONDO
Casou com CONGIU
BÁRBARA.
Filha: GESSA MARIA
ANNICA.
Natural de
Villasalto, Província Cagliari, Sardenha, Itália.
Parente mais antigo:
Benedetto Visconti Gessa, de 1338.
CAPPAI
GIUSEPPE
Nasceu no ano de 1853.
Filho de CAPPAI ANTÔNIO e AGUS
MARIANNA.
Casou com GESSA MARIA ANNICA em 29/12/1883, às 6:40 hs, em Villasalto, Sardenha.
Imigrou para Leopoldina, Minas Gerais, Brasil em 28/06/1897, Navio Equitá, com 45 anos.
Imigrou para Leopoldina, Minas Gerais, Brasil em 28/06/1897, Navio Equitá, com 45 anos.
Veio p/ o Brasil seis filhos: Antônio (13), Maria (10), Salvatore (8), Filomena (6), Danielle (3) e Raffaele (5).
Migrou para Nova Venécia, Espírito
Santo, Brasil, em 1913.
Nada mais se sabe.
GESSA MARIA ANNICA
Nasceu no ano de 1863.
Faleceu em 1912, com 49 anos, e foi enterrada
em Providência, MG, Brasil.
Filha de GESSA RAIMONDO e CONGIU
BÁRBARA.
Casou com CAPPAI GIUSEPPE em 29/12/1883, às 6:40 hs, em Villasalto, Sardenha.
Teve seis filhos: Antônio, Maria, Salvatore, Filomena, Danielle
e RAFFAELE.
Imigrou para Leopoldina, Minas
Gerais, Brasil em 28/06/1897, Navio Equitá, com 35 anos.
CAPPAI RAFFAELE
Filho de GIUSEPPE
CAPPAI e MARIA ANNICA GESSA.
Nasceu em 27/11/1896, às 5:15 hs, Villasalto, Sardenha, Itália.
Imigrou para o
Brasil em 28/06/1897, Navio Equitá, com sete meses.
Casou com Izabel Carlos de Oliveira (18
anos), em 10 de novembro de 1917. Raffaele tinha exatamente 20 anos, 11 meses e
13 dias quando casou. Ocasião que o pai de Raffaele estava com 65 anos.
Teve
sete filhos: Antônio, Ana, Délia, Sebastião, Aparecida, Maria e JOÃO CAPAZ DE
OLIVEIRA.
Faleceu no dia 06/09/1963, às
7:00hs, em Leopoldina, MG, Brasil.
Faleceu com 66 anos, 9 meses e 9 dias.
Faleceu com 66 anos, 9 meses e 9 dias.
Família de Cappai Raffaele no Brasil.
JOÃO
CAPAZ DE OLIVEIRA - Primeira
Geração de sardos nascidos no Brasil.
Filho de RAFFAELE CAPPAI e IZABEL CARLOS DE
OLIVEIRA.
Nasceu
em 17/11/1934, às 6:00hs, em Leopoldina, MG, Brasil.
Raffaele tinha
nesta data 37 anos, 11 meses e 20 dias.
Casou
pela segunda vez em 09/10/1970, com Leda Maria Campos Capaz.
Tem
quatro filhos: João Batista, Edna Lúcia, Daniella Maria e JOSÉ CAPAZ.
JOSÉ CAPAZ DUTRA CAPPAI - Segunda Geração de sardos no Brasil.
Filho de JOÃO CAPAZ DE OLIVEIRA e MARIA JOSÉ DUTRA CAPAZ.
Nasceu em 09/01/1964, às 0:00hs, em Ubá, MG, Brasil.
João Capaz tinha nesta data 29 anos, 1 mês e 22 dias.
Casou pela segunda vez em 01/10/1993, com Rosemara Kersul Capaz.
Tem duas filhas: Gizelle e Giovanna.
CAPPAI MARIA
Filha de GIUSEPPE
CAPPAI e MARIA ANNICA GESSA.
Nasceu no ano de
1887, Villasalto, Província de Cagliari, Sardenha, Itália.
Imigrou para o
Brasil em 28/06/1897, Navio Equitá, com 10 anos.
Casou
com Domenico Gottardo, em 30/07/1921, na Igreja do Rosário, Leopoldina,
MG, Brasil.
Na década de 40 residiam no município de Abaíba – MG.
Na década de 40 residiam no município de Abaíba – MG.
Faleceu em 28/12/1969, às 04:00hs, no Asilo Santo Antônio, Leopoldina, MG, Brasil.
CAPPAI SALVATORE
Filho de GIUSEPPE
CAPPAI e MARIA ANNICA GESSA.
Nasceu no ano de 1889,
Villasalto, Província de Cagliari, Sardenha, Itália.
Imigrou para o
Brasil em 28/06/1897, Navio Equitá, com 8 anos.
Casou
com Hercília Pedrini, em 19/07/1913, na Igreja do Rosário, Leopoldina,
MG, Brasil.
Faleceu
em 25/03/1958, em Nova Venecia, Espírito Santo, Brasil.
CAPPAI ANTÔNIO
Filho de GIUSEPPE
CAPPAI e MARIA ANNICA GESSA. Nasceu no ano de 1884.
Imigrou para o Brasil
em 28/06/1897, Navio Equitá, com 13 anos.
Migrou para o
Espírito Santo, em 1913, possivelmente Nova Venecia.
Nada mais se sabe.
CAPPAI DANIELLE
Filho de GIUSEPPE
CAPPAI e MARIA ANNICA GESSA. Nasceu no ano de 1894.
Imigrou para o
Brasil em 28/06/1897, Navio Equitá, com 3 anos.
Migrou para o
Espírito Santo, em 1913, possivelmente Nova Venecia.
Nada mais se sabe.
CAPPAI FILOMENA
Filho de GIUSEPPE
CAPPAI e MARIA ANNICA GESSA. Nasceu no ano de 1891.
Imigrou para o
Brasil em 28/06/1897, Navio Equitá, com 6 anos.
Migrou para o
Espírito Santo, em 1913, possivelmente Nova Venecia.
Nada mais se sabe.
sábado, 1 de março de 2014
O local de descanso de meus bisavós sardos...
Descobri esta semana,
através da Certidão de Casamento de meu avô sardo Cappai Raffaele, que minha
bisavó Gessa Maria Annica faleceu em 1912 com 49 anos e foi enterrada em
Providência, Distrito de Leopoldina.
Quando nosso bisavô sardo Cappai Giuseppe casou seu filho Cappai Salvatore em 1913, em Leopoldina, mudou-se viúvo para
Nova Venécia (ES) com três de seus seis filhos.
Cappai Salvatore faleceu em
1958 em Nova Venécia (ES), tio-avô de meu pai. Nesta época, já havia o erro no
sobrenome da família, ao invés de Cappai, a família assinava o sobrenome Capaz.
Meu bisavô Giuseppe
retornou para ver o casamento do meu avô Raffaele em 1917. Este evento ficou
registrado nas Certidões do Cartório.
Como meu pai João Capaz de
Oliveira nasceu em 1934, ele não chegou a conhecer seus avós italianos,
naturais de Villasalto, Sardenha. Conhecia apenas seu pai que veio para o Brasil em 1897, que faleceu
como italiano, sem ter naturalizado no país.
Depois disto, a história de
parte da família seguiu para o Espírito Santo e nossa pequena família ficou em
Leopoldina. Esta história ficou desconhecida por 102 anos. A família "Cappai" continua
dividida entre a zona da Mata mineira e o Espírito Santo, sem se conhecer até os dias de hoje. Ainda carregam um sobrenome não italiano, sem conhecer a verdadeira história da família...
Minha missão agora é
localizar o túmulo dos meus bisavós, encontrar os parentes para relatar a
história que pesquiso e registrar mais este momento. Acredito que a história
não deve permanecer apagada em nossas memórias. Uma vez pesquisada e entendida,
tornou-se uma obrigação reunir os fragmentos e compartilhar com nossa geração.
Afinal, um casal trouxe
seus seis filhos para “fazer a América”. E passado pouco mais de 100 anos, a
família se dividiu, mas a memória não pode ser jamais esquecida. Se não fosse o
casal Cappai Giuseppe e Gessa Maria Annica, minha família não existiria hoje neste
país. Somos frutos de uma decisão, de um momento crucial que levou uma família
a enfrentar o mar e começar uma nova vida em terras estranhas. Devo minha vida e
a de minha família a eles...
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
O "Falcão da Rainha"
O falcão-da-rainha (Falco eleonorae) é uma ave de rapina,
cujo nome científico é uma homenagem à histórica personagem da ilha da Sardenha,
Eleonora Cappai de Arborea, descendente de Vera Cappai, natural de Villasalto.
Este esbelto falcão
nidifica sobretudo em ilhas no Mediterrâneo, e também nas Canárias. É uma ave
migradora que inverna na ilha de Madagáscar. A espécie é monotípica (não
são reconhecidas subespécies).
Fonte: Foto da Internet.
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