quarta-feira, 22 de agosto de 2018

LIVRO "A ILHA QUE ATRAVESSOU O MAR", disponível para downloader.


Prezados leitores do Blog "Italianocapaz",

Depois de muitas pesquisas com editoras e gráficas, estudando qual a melhor forma de disponibilizar para venda o livro "A ILHA QUE ATRAVESSOU O MAR", decidi deixar ele disponível em PDF no próprio Blog.

A "ILHA QUE ATRAVESSOU O MAR" é uma obra que durou quase cinco anos de pesquisa para se concretizar. Dediquei a esta pesquisa jornalística com zelo e afinco, como profissional formado na área, com especialização em historiografia. Espero que gostem do resultado. Pretendo pesquisar num futuro breve os documentos e pessoas na Sardenha, para transformar (quem sabe!) num romance com o mesmo título. Afinal, a raridade, as informações e os fatos que levaram os sardos a esta imigração rara, merecem nossa especial atenção, dentro da imigração italiana que ajudou a  formar este país.

Não é fácil editar e publicar obras no Brasil. Procurei editoras, gráficas independentes e por  impressões a preços populares, sempre com o objetivo de viabilizar o custo final da obra. Por fim, analisei no fundo da alma o "porque" de ter mergulhado nesta pesquisa. Fiz isto buscando minhas raízes e finalmente entendo hoje que, mesmo fragmentados, somos partes de um todo. SOMOS UMA GRANDE E DISPERSA FAMÍLIA, próximos ou não, mas para sempre SARDOS!!! Ou, quem prefira, italianos! 

Mas esta jornada não termina aqui. Estou disponibilizando para downloader o meu trabalho de anos de pesquisa. Irei continuar estudando as árvores genealógicas da família Cappai no Brasil, quiçá de outros sardos. Por isto, coloco-me a disposição de dúvidas e orientações a outros curiosos da imigração italiana. É um trabalho independente, sem prazo para terminar, custeados pelo autor. 

ACESSE GRATUITAMENTE SEU LIVRO, através do LINK ao lado.

Espero que gostem do livro "A ILHA QUE ATRAVESSOU O MAR". Façam seus comentários e tire suas dúvidas, através do email do autor:

sardocapaz@gmail.com

O AUTOR.



sábado, 18 de agosto de 2018

CONHECER E PERDOAR - O caminho para a cura


Nos últimos cinco anos, boa parte do meu tempo está cercado de estudos sobre a ancestralidade, mas também dedico ao conhecimento das áreas ambiental, mineração a agricultura, as quais estou envolvido com 33 anos de profissão. Minha visão é de um neófito e parcialmente leigo em certas ocasiões no que refere ao místico. Mas sou bem conduzido pela racionalidade e pela visão antropológica, me preservando em minhas crenças e convicções. Considero esta postura saudável, frente a tantos “doxas” divagantes na mídia, que fazem uma salada das teorias filosóficas, antropológicas, correntes humanistas e terapêuticas, pensadores e TUDO, TUDO MESMO, no viés de uma época com excesso de informações, um marketing constante de produtos e ideias. Mais confunde, do que explica.

Há três anos me tornei vegetariano, após a morte de nosso labrador de 13 anos e tenho me interessado também pela cura e tratamentos alternativos. Vivemos uma “época naturalista”, abrilhantada pelas centenas de “especialistas em generalidades” que invadem a rede, como alunos assíduos do “Tio Google”.  Um exemplo que tive esta semana veio com o “zumbido nos ouvidos”, que se persiste por duas semanas. Vejam bem, que se trata de uma questão física, conhecida pela medicina como Tinnitus. Fiz uma pesquisa na internet, consultei médicos (que inclusive tem o problema) e passei a me observar. Irei apontar as possíveis causas deste “Zumbido nos ouvidos”, para depois associar e concluir algo pessoal em relação aos estudos da ancestralidade, que nos interessa neste Blog.

Chegaram para mim diversas informações sobre o Tinnitus, o famoso zumbido nos ouvidos que atinge 28 milhões de brasileiros (15% da população brasileira, sg USP), independente da idade. Sabe-se pela ciência que não tem causa certa ou cura imediata. Mas os “achologistas de plantão” mergulham em explicações como mediunidade, glândula pineal, comunicação com espíritos e aliens, frequências de outras dimensões ou da própria terra , comunicações telepáticas ininteligíveis, possessão, etc... Para os médicos não tem causa certa, podendo ser perda de audição pela idade (tenho 54 anos) ou exposição a ruídos frequentes ou som alto, o que não é o caso. Por opção, não irei tomar mais antibióticos, principalmente pela incerteza da causa e seus efeitos colaterais. Por fim, observando minha rotina, passei a questionar minha vida vegetariana e esbarro nas deficiências minerais da vitamina B12 e Ferro. Vou fazer exame de sangue para tirar esta dúvida. Prossigo na trilha da biologia, sem divagar pelo misticismo.

Agora sim, vamos falar de nossa querida ANCESTRALIDADE. É inquestionável pelo que estudamos até então, a importância da herança genética (DNA) e o que somos hoje, entenda-se também as idiossincrasias ou heranças psíquicas. Entre estas, podemos citar a “Síndrome de Ulisses” ou o “Mal dos estrangeiros”, que aborda problemas de adaptação ao meio, ansiedade, depressão e sentimentos de não pertencimento ao lugar e a cultura; herdado inclusive de nossos ancestrais imigrantes. Em alguns esta Síndrome é latente e em outros se externam em violência e marginalidade, podendo ser evidenciada por gerações. ISTO É CIÊNCIA. Existem tratados e estudos científicos contemporâneos que abordam este tema atual, bem brasileiro, porque somos uma nação formada pelo braço de imigrantes, muitos explorados pela economia e politica desastrosa de uma época recente.

Mas os “achologistas” entendem profundamente da herança genética também. E no abstracionismo das causas internas, “o bicho pega”. E assim o camarada está possesso por espíritos de seus antepassados, está carregado, é pobre porque está estigmatizado pelos seus ancestrais, está amarrado por questões negativas do passado, precisa fazer regressão para saber porque é assim (e até descobre que foi um rei rico e opressor) e assim, nesta viagem sem rumo, surgem terapias e remédios miraculosos fantásticos que podem lhe transformar numa nova e bem sucedida pessoa, num passe de mágica que “depende de você”. Algumas terapias são perigosas, talvez ideológicas, que induz a pessoa a desligar de seu passado, como se não existisse, que você tivesse uma origem. Diz que esta “nova vida” (plena, feliz, independente e rica, de sucesso individual...), repito, necessita seu “desligamento do passado”. Alega que todas as heranças ruins foram herdadas do passado, como se fossem somente isto, mas esquecem da dualidade de todas as questões que envolvem a vida e suas interações.

Para quem visita meu BLOG e gosta de estudar a ancestralidade, vou dar um conselho despretensioso. Sou apenas um jornalista, que gosta de história. Desconfie de toda técnica, terapia, ideologia ou ideia que impõe um ponto de vista único, radicalizado, que pregue a ruptura como única saída. DIZER NÃO A SUAS RAÍZES ANCESTRAIS, EVITANDO-A OU A CONDENANDO COMO CULPADA DE TODAS SUAS MAZELAS MATERIAIS OU ESPIRITUAIS É UM ERRO. Toda questão tem duas ou mais versões. Pesquise antes. No meu ponto de vista, conhecer e perdoar é o caminho para a cura. Quando você culpa seus antepassados, gera rancor e raiva e isto traz doenças. Quando você rejeita o passado ou não está “nem ai” para as coisas velhas, isto cria e perpetua doenças psíquicas. Nossa geração é um pouco mais esclarecida, inclusive pela mídia e alta carga de informação que temos, mas é preciso FILTRAR AS INFORMAÇÕES. A cura está no conhecimento atual de si mesmo, mas também através de nossa história. Isto é humanização, independente do “lixo cultural” que está no ar, independente de gurus, crenças ou seitas.  

Num ambiente mais amplo, INTERESSA PARA GOVERNOS POPULISTAS E MANIPULADORES QUE OS INDIVÍDUOS NÃO TENHAM HISTÓRIAS, NÃO TENHAM PASSADO E NEM MESMO FAMÍLIAS; que sejam realmente empreendedores, individualistas e bons pagadores de impostos. É esta a oratória de nosso tempo, que muitas vezes reproduzimos seus jargões com “sapiência” ingênua. Um país que escravizou os negros e iludiu os imigrantes para substituir sua mão de obra e que perpetua por séculos uma elite corrupta no poder, DE FATO, não interessa que famílias unidas e íntegras formem cidadãos conscientes. È vero! Toda ideologia que fragmenta o indivíduo e a família com falsas promessas serve a este “status quo”, a este governo da desordem. Esteja atento ao bombardeio de informações neste país e preserve sua família e história.

Desejo que São Miguel Arcanjo proteja seus caminhos, descobertas, sua cura e de suas gerações passadas, atuais e porvir.

José Capaz
18-08-2018



quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Apostimentos de Documentos para a Cidadania


Respondendo a dúvidas de outros colegas na busca da cidadania italiana:

O apostilamento, com base na APOSTILA DA CONVENÇÃO DE HAIA é o reconhecimento da autenticidade do documento oficial (Neste caso, as Certidões dos Cartórios de Registro Civil no Brasil), atribuindo a ela o valor e reconhecimento no Exterior, em outros países. Ela simplifica e agiliza os processos de reconhecimento da cidadania. Os documentos apostilados nos Cartórios de Notas no Brasil podem ser levados direto aos órgãos oficiais de outros paises (aqueles relacionados na Convenção de Haia), para que sejam analisados e juntados em outros processos. Vários são os Cartórios  de Notas que já aderiram no Brasil ao apostilamento. O custo varia de região para região e de Estado, mas aqui em Pouso Alegre, no sul de Minas, saiu por R$ 106,40 o documento (frente e verso) e acrescenta R$ 22,40 por folha a mais no documento.

Para recordar. Este apostilamento ocorre em cada Certidão de Inteiro Teor atualizada, referente aos eventos NASCIMENTO, CASAMENTO E ÓBITO de cada ancestral. Segundo informações que obtive, mesmo que nossas Certidões tenham tempo útil pequeno aqui, 90 dias (coisa de Brasil), na Itália considera que se não houver nenhuma alteração, a Certidão pode ser aceita no período de até um ano. As certidões  italianas tem validade bem superior as do Brasil.  

A reta final de agendar a entrega de documentos no Consulado nos deixa ansiosos. É uma grande emoção depois de tantas pesquisas, documentos perdidos e gastos. Mas vale a pena os esforços. É o sentimento profundo da aproximação de nossas raízes e ancestralidade. Infelizmente não localizei os documentos originais do meu "nonno", que faleceu em terras brasileiras como legítimo sardo. Ao conquistar a cidadania, todas as vezes que segurar os documentos italianos nas mãos como GIUSEPPE, sentirei ainda mais cercado de meus ancestrais. ESTÁ NO NOSSO DNA, ESTARÁ NOS DOCUMENTOS E EM NOSSAS ALMA ESTE "PERTENCIMENTO".

Não percam a esperança, porque somos frutos de desbravadores e destemidos imigrantes. Desejo Buona fortuna e proteção a todos que pesquisam, valorizam a cultura italiana e estão no caminho de obter sua cidadania.

Abaixo, segue a imagem do documento resultante do APOSTILAMENTO, específico à Certidão de Óbito de meu "nonno" RAFFAELE CAPPAI, seguido de sua foto e da família que constituiu no Brasil.

Apostilamento da Certidão de Óbito de meu "nonno". Este documento específico, obtido no Cartório de Notas, deve acompanhar todas as Certidões e Documentos no processo de cidadania.

RAFFAELE CAPPAI, meu nonno, filho eterno da Sardenha.

Família de meu "nonno" Raffaele Cappai. 

SARDO SIAMO, PER SEMPRE!!!


segunda-feira, 6 de agosto de 2018

COMO A POLÍTICA E A ECONOMIA IMPUSERAM AS REGRAS


Durante a ditadura de Getúlio Vargas, na década de 40, o governo brasileiro pressionou de fato os imigrantes, que já traziam o temor e a desconfiança em suas bagagens e experiências em terras estranhas a seus costumes e origens. Nos dados históricos, constatamos que as ações governamentais eram bem rigorosas quanto a expressão da cultura e o idioma por parte dos imigrantes. O governo temia que as influências externas pudessem vir com os imigrantes, podendo abalar a estrutura do governo com o anarquismo e prejudicar o nacionalismo que era estimulado com a ditadura de Vargas. Este povo valente fez mais pelo país, do que ameaçar com esta temível "anarquia" e "vandalismos". Os imigrantes contribuíram muito por impulsionar o país na industrialização e no desenvolvimento, após serem explorados em sua grande parte como mão de obra barata pela voraz aristocracia cafeeira. 

Neste aspecto, o autor de "A ILHA QUE ATRAVESSOU O MAR", aponta os fatos históricos que mostram a eficácia do país, principalmente o Estado de Minas Gerais, em arrebanhar grandes levas de miseráveis com a falsa promessas de um "Paraíso nas Américas", com predicativos como: "país da oportunidade", "abundâncias", "riquezas minerais", ter seu próprio "castelo" e, é claro, com todas as ajudas do governo. Na verdade, o governo buscava a mão de obra para jogar nas mãos dos ávidos fazendeiros, que perderam seus escravos após a Abolição dos escravos no país. Uma vez dentro do país, eram abandonados a própria sorte nas mãos dos fazendeiros. Mas antes disto, eram habilmente cadastrados pelo governo na chegada do Porto e nas hospedarias, para que as famílias fossem separadas e não pudessem se organizar contra o governo. Muitas tragédias familiares foram deliberadamente provocadas, com muitos "indigentes" enterrados em valas comuns. Sem alternativas para "o que restou das famílias", muitas retornaram a seus países e migraram para países vizinhos. 

Na escravidão, a regra era a chibata nas costas dos escravos e, posteriormente, os contratos leoninos e a exploração politico-econômica com os imigrantes. O Brasil foi construído desta forma, com base na exploração sem limites de seres humanos; um Kharma que se arrasta e tem sua perpetuação nos corruptos, larápios e corruptos atualmente no poder, cheios de falácias e dissimulações, enganando o povo, enquanto enriquecem... Ainda hoje, pouco mais de 100 anos do fim da imigração que marcou este país, este "poder público" contribui para a formação de favelas, a marginalização, a pobreza, a precária falta de infraestrutura e educação no país. Os malfeitores se organizam em partidos políticos e defendem regras que só a eles interessam. O problema não era com os imigrantes, mas já se encontrava aqui e enraizou de forma cancerígena no DNA de alguns brasileiros...

Os cartazes ameaçavam os imigrantes a abandonarem seus costumes e culturas no país e eram espalhados nas regiões onde se concentravam, como este no Rio Grande do Sul, a seguir:


Aviso colocado em locais de frequentação pública. Este no Rio Grande do Sul, no ano de 1942.  Fonte: Acervo de Edilberto Luiz Hammes.


Cartaz motivacional que era utilizado para busca de mão de obra na Itália, algumas com subsídios do próprio governo italiano. Estes imigrantes foram iludidos para "conquistar" um paraíso que não existia. Muitos descendentes de italianos não conhecem as histórias de seus ancestrais, não tem documentos ou fotos, porque foram intencionalmente apagadas por pressões do governo, que impôs uma identidade aos novos cidadãos. Meus ancestrais NÃO NATURALIZARAM brasileiros, foram um dos poucos nesta RARA IMIGRAÇÃO que não retornaram à Sardenha... morreram como sardos nestas terras...

No livro "A ILHA QUE ATRAVESSOU O MAR", conto fragmentos de minha família sarda, separados pelas fases históricas no país e como este representante da segunda geração de sardos percebe esta herança cognitiva e psicológica. É minha parca contribuição a minhas raízes, do qual me orgulho profundamente.

Autor: José Capaz
Jornalista e escritor.

REGISTRO DA CHEGADA DOS SARDOS EM MINAS GERAIS



A família CAPPAI veio no vapor EQUITÁ (Este que está na foto de época), cuja chegada foi registrada na edição do jornal “Diário Oficial – Minas Geraes”, de 29 de Junho de 1897, terça-feira. Entre os passageiros estavam meus ancestrais sardos, que deram entrada na Hospedaria Horta Barbosa de Juíz de Fora (conforme registros no APM - Arquivo Público Mineiro e cópias obtidas pelo Autor do livro "A ILHA QUE ATRAVESSOU O MAR").

O jornal anunciava nesta edição de 1897 os seguintes dizeres: “IMMIGRAÇÃO: Segundo communicação telegráphica da agencia fiscal do Rio de Janeiro, a 27 do corrente, chegou áquele porto o vapor “Equitá” trazendo 443 immigrantes para este Estado, os quaes no mesmo dia vieram para a hospedaria de Juiz de Fóra”.

Cópia digital do "Diário Oficial" de 1897, anunciando a chegada de imigrantes no Porto de Santos, dentre eles poucos sardos e a família Cappai.


Cópia do registro original da entrada dos imigrantes na Hospedaria Horta Barbosa, com registro da chegada da família de sardos Giuseppe Cappai e Maria Annica Gessa (Primeira família da lista)


Certidão do APM - Arquivo Público Mineiro atestando a chegada de meus ancestrais sardos em Minas Gerais em 1897, Brasil.


A HISTÓRIA DOS SARDOS NO BRASIL




Uma história além-mar que envolve uma família italiana, orgulhosamente sardos. Um momento histórico e dramático no continente europeu, os reis da Sardenha, o sonho de dias melhores no “paraíso” chamado América e as fazendas repletas de flores brancas nos cafezais mineiros. Uma viagem em mar aberto, sem volta, deixando o passado para traz e o início de uma nova vida. Quem pesquisa é o neto descendente, jornalista e historiador mineiro José Capaz Dutra Cappai, que vasculha a história fecunda e adormecida nos documentos históricos e, na bateia, diante de tantos fatos inusitados, o levam a reverenciar ainda mais seus ancestrais.



Curiosidades no livro "A ILHA QUE ATRAVESSOU O MAR"



"Os sardos se organizaram em várias regiões e países, em grupos fechados: os CIRCOLOS SARDOS. A finalidade é manter viva a memória da sua terra, fomentar a cultura da ilha e estimular o resgate cultural de seus descendentes.  Os Circolos Sardos no Brasil são: Circolo Social Sardo Su Nuraghe (SP), Circolo Social Cultural Sardo Giuseppe Dessi (SP), Circolo Sardo de Minas Gerais (MG), Circolo “Gennargentu” (PR) e Circolo “Grazia Deledda” (RJ). Nos países vizinhos ao Brasil, registram-se: Circolo Sardo Cileno (Providência - Chile), Circolo Sardo del Noroeste Argentino (San Miguel De Tucuman - ARG), Circolo "Antonio Segni" (Buenos Aires - ARG), Circolo sardo Rosario (Santa Fé – ARG), Circolo Italo Argentino Raices Sardas (San Isidro – ARG), Circolo Sardo de Salta (Bolivia), entre outros. No Brasil, por dispersão dos grupos e retorno da maioria das famílias imigrantes logo após 1897, com a crise do café em Minas, parte desta identidade foi pulverizada, como ocorreu na família Cappai."

Pesquisa:  José Capaz