sexta-feira, 1 de dezembro de 2017
A ILHA QUE ATRAVESSOU O MAR
RESENHA DO LIVRO
Uma história além-mar, que envolve a imigração de uma família de
sardos a Minas Gerais de 1897. Um momento dramático na crise econômica
que abateu sobre todo continente europeu; a família feudal Cappai no Reino de
Arborea; Reis e rainha da Sardenha; pastores sardos e, incontinenti, o sonho
de dias melhores fora do paraíso, num lugar chamado “América”. Os poucos
sardos que vieram como “burros de carga” para Minas Gerais, a maioria
retornou para a ilha no Mediterrâneo. O abandono das raízes dá início a uma
vida de desencontros. A família de Giuseppe e Maria Annica permaneceu em
solo mineiro, deixando como herança a Síndrome dos Imigrantes e sua história
dispersa. Este é o início da descoberta! Boa parte de nossos sentidos,
percepções e reações emotivas, a predisposição do organismo às doenças e a
manifestação de patologias mais arraigadas na mente podem ter respostas na
genealogia. Quem escreve e junta os cacos é o neto descendente, o jornalista
e historiador mineiro José Capaz Dutra Cappai, que pesquisa a história
adormecida e fecunda nos documentos históricos. Seus bisnonnos pensavam
retornar ao paraíso Sardenha, mas algo impediu a volta. Diante das
descobertas, o acaso o leva a reverenciar seus ancestrais; despertando-lhe a
saudade de uma ilha que nunca conheceu...
250 páginas.
6º ENCONTRO DA FAMÍLIA MARRA - 2017
Acompanhamos com muita emoção o 6º Encontro da Família MARRA (25-26 Nov./2017) no Hotel Fazenda Villa Verde, Estiva - MG. Participaram cerca de 70 pessoas neste Encontro anual. A confraternização anual da FAMÍLIA MARRA a cada ano, ocorre em locais diferentes, em locais turísticos da região sul mineira.
A Família Marra está forte e crescendo, agora com mais bisnetos. Da veia poética e melódica italiana, como todo ano acontece, estava lá esbanjando musicalidade, o Tio Marcos de Itajubá e filhos, Moema representando a Família do Tio Messias, entre outras apresentações, que são sempre realizadas após o jantar de confraternização. Sem esquecer dos brindes e lembranças carinhosamente preparados pelo casal Beto e Lena e da organização do evento feita pelos irmãos Ronaldo e Régis. Registro este memorável e alegre evento da família Marra.
Felicitações a todos pelo sucesso do evento e por dar-me a honra de participar desta alegre e participativa família.
A Família Marra está forte e crescendo, agora com mais bisnetos. Da veia poética e melódica italiana, como todo ano acontece, estava lá esbanjando musicalidade, o Tio Marcos de Itajubá e filhos, Moema representando a Família do Tio Messias, entre outras apresentações, que são sempre realizadas após o jantar de confraternização. Sem esquecer dos brindes e lembranças carinhosamente preparados pelo casal Beto e Lena e da organização do evento feita pelos irmãos Ronaldo e Régis. Registro este memorável e alegre evento da família Marra.
Felicitações a todos pelo sucesso do evento e por dar-me a honra de participar desta alegre e participativa família.
Encontro Anual da Família Marra, Nov. 2017.
Família Cappai no "Encontro da Família Marra 2017".
Fotos de outros encontros:
terça-feira, 19 de setembro de 2017
DNA do descendente sardo
No dia 19 de setembro de 2017, às 7:30hs, recebi o tão esperado resultado do mapeamento genético do meu DNA, pelo lado paterno e materno, feito pelo laboratório do My Heritage sediado em Houston, Texas, EUA.
O resultado foi surpreendente após 35 dias de espera. Revelou a predominância no DNA de 96,4% de material genético de origem europeia.
Deste percentual, 89,7% origina no sul da Europa, pelas etnias ibéricas (64%), sardônia (19%), grega (6,7%); seguidos do Judeu asquenazita (4,8%), do Norte da Europa e Europa Ocidental, as etnias irlandês, escocês e galês (1,9%), do Oriente Médio (2,6%) e da África Ocidental, Nigeriano (1%).
O registro da “antiga biblioteca” do DNA aponta a origem ibérica, destacadamente Portugal, devido ao casamento do meu avô paterno, o sardo Raffaele Cappai, com uma descendente direta de portugueses e de meus avôs pelo lado materno, Aureliano Dutra Nicácio e Maria Vieira de Carvalho, ambos descendentes diretos de portugueses. A diversidade ibérica também pode ser destacada pelo histórico domínio catalão aragonês no período medieval sardo. É igualmente interessante (19%) o registro da etnia rara e preservada dos sardos do interior da ilha, entre as mais antigas da Europa. O registro da Grécia (6,7%) pode estar associado também à presença histórica de invasores no sul da ilha da Sardenha; uma vez que não localizei “casamento grego” nas ultimas sete gerações da família. Em percentuais menores no DNA, as etnias irlandesa, escocesa, galesa (1,9%), Oriente Médio (2,6%) e Africana ocidental (1%) podem se relacionar à miscigenação histórica dos povos dos países ibéricos. O DNA conta a história e origens do indivíduo e da humanidade.
È muito fascinante o Teste de Ancestralidade feito pelo My Heritage. Recomendo a todos, como complemento do estudo genealógico da família, o que irá facilitar o levantamento da árvore genealógica pela consaguinidade.
Para conhecer o trabalho de mapeamento genético da humanidade, assista o vídeo da NatGeo no Youtube, intitulado "A GRANDE ÁRVORE GENEALÓGICA", através do Link: https://www.youtube.com/watch?v=NCTuvJWnsTM&t=44s
quarta-feira, 30 de agosto de 2017
AGRADECIMENTO - 20 mil visitas.
Agradeço a todos que visitaram o Blog, o qual comemoro hoje mais de 20.000 visitas.
Esta comemoração ocorre num momento muito especial. Aguardo o resultado do Teste de DNA para ancestralidade, do laboratório da My Heritage, em Houston, Texas, EUA em breve. Com ele, passarei minha experiência nesta pesquisa da árvore genealógica da Família Cappai, atestando a origem sarda, a localização dos parentes consanguíneos e atualização da árvore genealógica. Este estudo também fará parte do livro "A ILHA QUE ATRAVESSOU O MAR", em fase de revisão final e publicação.
As visitas do Blog "Família Cappai - Uma família Capaz" me estimularam na investigação da rara imigração dos sardos para o Brasil, especificamente para a zona da mata mineira nos anos de 1896 e 1897. Trata-se de uma viagem de quase cinco anos de pesquisas e descobertas muito interessantes, que será em breve revelada.
Obrigado pelas visitas.
Grazie a tutti.
"POR MAIS FORTE QUE SEJA O GALHO, QUEM SUSTENTA A ÁRVORE É A RAÍZ.
CONHEÇA, VALORIZE E RESPEITE SUA ANCESTRALIDADE"
Esta comemoração ocorre num momento muito especial. Aguardo o resultado do Teste de DNA para ancestralidade, do laboratório da My Heritage, em Houston, Texas, EUA em breve. Com ele, passarei minha experiência nesta pesquisa da árvore genealógica da Família Cappai, atestando a origem sarda, a localização dos parentes consanguíneos e atualização da árvore genealógica. Este estudo também fará parte do livro "A ILHA QUE ATRAVESSOU O MAR", em fase de revisão final e publicação.
As visitas do Blog "Família Cappai - Uma família Capaz" me estimularam na investigação da rara imigração dos sardos para o Brasil, especificamente para a zona da mata mineira nos anos de 1896 e 1897. Trata-se de uma viagem de quase cinco anos de pesquisas e descobertas muito interessantes, que será em breve revelada.
Obrigado pelas visitas.
Grazie a tutti.
"POR MAIS FORTE QUE SEJA O GALHO, QUEM SUSTENTA A ÁRVORE É A RAÍZ.
CONHEÇA, VALORIZE E RESPEITE SUA ANCESTRALIDADE"
terça-feira, 15 de agosto de 2017
As gerações dos Sardos
Tenho orgulho de ser descendente de pastores sardos, Villasaltesi de coração e compartilhar uma rica história de contos feudais e do "Paradiso Sardegna". Meu bisnonno Giuseppe e meu nonno Raffaele atravessaram o grande mar em 1897, para que a primeira e segunda geração fizessem sua história também na América.
Que São Miguel Arcanjo, Patrono de Villasalto e Protetor dos imigrantes (juntamente com Nossa Senhora de Bonária), ilumine o caminho de todos os sardos, nesta e em outras dimensões de luz e energia. Amém!
GRAZIE A DIO, SONO SARDO!
segunda-feira, 31 de julho de 2017
A imigração rara dos sardos no Brasil.
A raridade da imigração dos sardos para o Brasil, precisamente para o Estado de Minas Gerais, está bem exposta nas estatísticas, bibliografias e documentos de época. O IBGE aponta que entrou na grande imigração apenas 5.254 sardos, sendo os anos 1896 e 1897 os anos que mais entraram imigrantes no país. Os sobrenomes registrados na Hospedaria Horta Barbosa, hoje arquivados no APM - Arquivo Público Mineiro, foram: AGUS, CADEDDU, CAPPAI, CUCCO, DUANA, FANNI, FOIS, GESSA, LAI, MONA, PICCI, PORCU, LOCCI, VARGIOLO E ZOTTI.
Dos sobrenomes sardos que são parentes e participam da árvore genealógica de minha família são: AGUS, CAPPAI e GESSA. Por parte de minha trisavó, a família CONGIU permaneceu em Villasalto na Sardenha e não emigraram.
Destes 5.254 sardos, poucas famílias permaneceram no país, devido a problemas de adaptação ambiental. A idiossincrasia dos sardos é diferente do italiano do continente, são mais introvertidos, reservados e falavam o dialeto sardo. Não se adaptaram às promessas do governo mineiro, que fizeram intensas campanhas na Itália para trazer mão de obra para as lavouras de café, fazendo a política das oligarquias e de fazendeiros (que já não contava com o trabalho escravo); deixando-os os imigrantes abandonados à própria sorte. A família de meus ancestrais foram uma das poucas que optaram em permanecer no país, composta pelo casal Giuseppe e Maria Annica e seis filhos (Antonio, Salvatore, Daniele, Raffaele, Maria e Filomena), dividindo parte em Minas Gerais e outra no Espírito Santo. Sou neto de Raffaele Cappai e filho de João Capaz. A maioria dos sardos retornaram para a ilha e os poucos que permaneceram, inclusive meu nonno, não se naturalizaram brasileiro.
Segundo Censo da Itália, o sobrenome Cappai é uma das cinco famílias mais representativas na Ilha da Sardenha, com 568 famílias localizadas ao sul da ilha.
A ocorrência atual de descendentes sardos com o sobrenome CAPPAI no Brasil, verificado através do site governamental "Name Statistics Brasil|", aponta frequência de 0,00006% no país, cujo registro é de apenas 123 pessoas com este sobrenome em todo o país, que por uma razão histórica está concentrado nos Estados de Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro. Isto comprova o quão raro são os descendentes sardos no Brasil...
Em breve, estará disponível para venda meu livro "A ILHA QUE ATRAVESSOU O MAR.", que narra a história da emigração dos sardos para o Brasil, a contextualização histórica, as famílias que chegaram, como participaram da colonização e o pioneirismo no Estado e sua ligação histórica com o feudalismo da ilha da Sardenha.
A Kent'Annos.
Dos sobrenomes sardos que são parentes e participam da árvore genealógica de minha família são: AGUS, CAPPAI e GESSA. Por parte de minha trisavó, a família CONGIU permaneceu em Villasalto na Sardenha e não emigraram.
Destes 5.254 sardos, poucas famílias permaneceram no país, devido a problemas de adaptação ambiental. A idiossincrasia dos sardos é diferente do italiano do continente, são mais introvertidos, reservados e falavam o dialeto sardo. Não se adaptaram às promessas do governo mineiro, que fizeram intensas campanhas na Itália para trazer mão de obra para as lavouras de café, fazendo a política das oligarquias e de fazendeiros (que já não contava com o trabalho escravo); deixando-os os imigrantes abandonados à própria sorte. A família de meus ancestrais foram uma das poucas que optaram em permanecer no país, composta pelo casal Giuseppe e Maria Annica e seis filhos (Antonio, Salvatore, Daniele, Raffaele, Maria e Filomena), dividindo parte em Minas Gerais e outra no Espírito Santo. Sou neto de Raffaele Cappai e filho de João Capaz. A maioria dos sardos retornaram para a ilha e os poucos que permaneceram, inclusive meu nonno, não se naturalizaram brasileiro.
Segundo Censo da Itália, o sobrenome Cappai é uma das cinco famílias mais representativas na Ilha da Sardenha, com 568 famílias localizadas ao sul da ilha.
A ocorrência atual de descendentes sardos com o sobrenome CAPPAI no Brasil, verificado através do site governamental "Name Statistics Brasil|", aponta frequência de 0,00006% no país, cujo registro é de apenas 123 pessoas com este sobrenome em todo o país, que por uma razão histórica está concentrado nos Estados de Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro. Isto comprova o quão raro são os descendentes sardos no Brasil...
Em breve, estará disponível para venda meu livro "A ILHA QUE ATRAVESSOU O MAR.", que narra a história da emigração dos sardos para o Brasil, a contextualização histórica, as famílias que chegaram, como participaram da colonização e o pioneirismo no Estado e sua ligação histórica com o feudalismo da ilha da Sardenha.
A Kent'Annos.
segunda-feira, 19 de junho de 2017
A neta Isabel - A terceira geração de sardos
Antes de nascer a Isabel, um fato curioso veio demonstrar como é forte os laços dos antepassados e o conhecimento da genealogia. Minha filha Gizelle estava em dúvida quanto ao nome a ser dado, porque até o oitavo mês ainda não conseguia identificar o sexo da criança. Se fosse menino, seria Arthur, mas nem fazia ideia se fosse o contrário. Até então, estávamos todos certos que seria menino, mas o último e moderníssimo ultra som deu a palavra final, o que foi levado para a família pela Tia Giovanna num "Chá Revelação", chá de bebê para a família. Gizelle acabara de formar em Engenharia Civil pela PUC de Poços de Caldas, mas foi surpreendida pela "Engenharia" da vida, com boa dosagem de espiritualidade...
Semanas antes do ultra som e do "Chá Revelação", ela teve um sonho, uma senhora chegou até a cabeceira da cama dela e pediu gentilmente: "- Minha filha, se nascer menina, por favor, coloque o nome de Isabel". E logo pela manhã, quando me contou por telefone, fiquei bem emocionado. Em toda família, a única Isabel era minha avó, mãe de meu pai João Capaz, esposa de Raffaele Cappai, o sardo. Isto foi muito simbólico para mim. E mais intrigante ficou, quando eu estava sozinho na sala de espera do hospital de Poços de Caldas, momentos antes das 8:40hs do dia 20 de janeiro de 2017 e minha irmã Edna Lúcia ligou para mim, de Juiz de Fora. Ela disse que o pai amanheceu cedo, colocou as melhores roupas e foi para a sala. Perguntado porque estava de roupas de sair, uma vez que sofria de Alzheimer e não saia de casa por conta da enfermidade, ele respondeu de imediato que estava esperando a mãe dele chegar... Meu pai faleceu no dia 09 de maio de 2017, às 13:44hs e não chegou a conhecer a bisneta Isabel, devido ao avançado quadro de Alzheimer e Parkinson; mas creio que esteja nos acompanhando no plano astral.
Quando faço a Isabel dormir, enquanto caminho e canto músicas de ninar, ela me olha profundo nos olhos e ao redor de minha cabeça. Tem olhar de quem vê algo mais, demonstrando ser muito observadora. E se faço alguma graça, ela sorri até com os olhos, como estivesse olhando através. Percebo que a criança consegue enxergar luzes e distinguir o campo de energia e, decerto, nossos antepassados estejam realmente olhando e acompanhando a evolução dela. Sinto que, após a passagem recente de meu pai João Capaz, ele esteja acompanhando como ser de luz a família, assim como todos nossos antepassados e parentes. A netinha Isabel, antes mesmo de nascer, já fazia sua história e nos ensinava sobre a vida. Isto é realmente divino, diria espiritual, vai bem além do que a genealogia pode narrar... No primeiro semestre de 2017, cumprimentei e reverenciei a vida e a morte, a neta que chegou e meu pai que partiu, como sinal claro do mistério e renovação da fé...
Semanas antes do ultra som e do "Chá Revelação", ela teve um sonho, uma senhora chegou até a cabeceira da cama dela e pediu gentilmente: "- Minha filha, se nascer menina, por favor, coloque o nome de Isabel". E logo pela manhã, quando me contou por telefone, fiquei bem emocionado. Em toda família, a única Isabel era minha avó, mãe de meu pai João Capaz, esposa de Raffaele Cappai, o sardo. Isto foi muito simbólico para mim. E mais intrigante ficou, quando eu estava sozinho na sala de espera do hospital de Poços de Caldas, momentos antes das 8:40hs do dia 20 de janeiro de 2017 e minha irmã Edna Lúcia ligou para mim, de Juiz de Fora. Ela disse que o pai amanheceu cedo, colocou as melhores roupas e foi para a sala. Perguntado porque estava de roupas de sair, uma vez que sofria de Alzheimer e não saia de casa por conta da enfermidade, ele respondeu de imediato que estava esperando a mãe dele chegar... Meu pai faleceu no dia 09 de maio de 2017, às 13:44hs e não chegou a conhecer a bisneta Isabel, devido ao avançado quadro de Alzheimer e Parkinson; mas creio que esteja nos acompanhando no plano astral.
Quando faço a Isabel dormir, enquanto caminho e canto músicas de ninar, ela me olha profundo nos olhos e ao redor de minha cabeça. Tem olhar de quem vê algo mais, demonstrando ser muito observadora. E se faço alguma graça, ela sorri até com os olhos, como estivesse olhando através. Percebo que a criança consegue enxergar luzes e distinguir o campo de energia e, decerto, nossos antepassados estejam realmente olhando e acompanhando a evolução dela. Sinto que, após a passagem recente de meu pai João Capaz, ele esteja acompanhando como ser de luz a família, assim como todos nossos antepassados e parentes. A netinha Isabel, antes mesmo de nascer, já fazia sua história e nos ensinava sobre a vida. Isto é realmente divino, diria espiritual, vai bem além do que a genealogia pode narrar... No primeiro semestre de 2017, cumprimentei e reverenciei a vida e a morte, a neta que chegou e meu pai que partiu, como sinal claro do mistério e renovação da fé...
Vô José ou "Nonno Giuseppe", ao lado da netinha Isabel. A vida reservando surpresas...
Assinar:
Postagens (Atom)











