sexta-feira, 4 de novembro de 2016

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Algumas fotos do Autor do Blog - Jornalista Cappai

Além da genealogia e a Sardenha, aprecio "vino e formaggio", boa música e viagens. 

Paizão com orgulho, vida dedicada à família. Minha esposa Mara e as filhas Giovanna e Gizelle.

Gosto das lambretas e dos carros. Gosto de estar nas estradas, ver paisagens e montanhas.

O inseparável design "Benetton", protegendo da luz do sol.

O pesquisador com a patroa, Rosemara Kersul.

Foto quando tinha 12 anos e residia em Leopoldina - MG, onde chegaram meus ancestrais sardos.


quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Homenagem aos Sardos - Dia de Finados


O Mar de Shardana
             José Capaz – 02/11/2016


Cappai, sardos de sangue e alma fortes,
Raízes viris, profundas e enraizadas ao relento,
Herdeiros da milenar Shardana, “popolo di mare”,
Origens mediterrâneas, megalíticas e relevantes, o tempo.

Lavorava em tempos idos os vinhedos villasaltesi,
Sobre pedras enigmáticas de Nuraghes, cabras ao horizonte.
O mar como fronteira, no coração mole de rochas insondáveis,
E, incontinenti, no “Risorgimento”, arrancaram-lhes a terra.

Cappai, família sem terra, identidade provocada,
Genética flamejada de Giuseppe e Maria Annica, família ao mar.
O olho perfurado pela colheita nas vinhas, de sua filha Maria,
Preconiza, além das montanhas de Biddesatu, tempos de carestia.

Chama viva consome a alma, sacolejada por veredas incertas,
De prosaicas cantigas dos “gens” que decidiram pelo mar,
Falam guerreiros e aventureiros d’outrora, ventos arredios.
Trouxeram ao sacolejo das ondas seis filhos, para América conquistar.

Cappai, destroçado pela rara travessia, morre Maria,
Memorizando na América a nevada Gernnagentu, divide a família.
Giuseppe só, imigrante destemido, agoniza sem meios de rever sua ilha.
E, em serras capixabas, espírito de Shardana, há sempre de avistar o mar.

Oh! Giuseppe! mio bisnonno, história perene que me encanta,
Neste Dia de Finados, aqui na serra da Mantiqueira, distante do mar.
Giuseppe, Maria Annica, Antonio, Maria, Salvatore, Filomena, Danielle, Raffaele,

Renascem todos na inquietude da alma, a ilha que anseio reencontrar.



DIA DE FINADOS 2016 - Descobertas genealógicas

Estudar genealogia requer boas doses de paciência e muitas pesquisas, por anos a fio, assim a sorte pode nos vir à porta. Às vésperas deste Dia de Finados, a sorte chegou-me pelo Facebook, porque fui localizado por uma parenta de Espírito Santo, de nome Michely Lisboa Capaz, filha de José Capaz, neta de Valdemar Capaz e bisneta de Daniel Capaz (Danielle Capaz); que por sua vez, é meu tio avô, irmão de meu nonno Raffaele Cappai (No Brasil, Rafael Capaz). Somou algumas fotos à minha recente descoberta nesta semana de uma foto de Antonio Belizandro dos Reis Meireles, o fazendeiro que contratou meus ancestrais na Itália para a colheita de Café em meados de 1897, possivelmente via Agência recrutadora de mão de obra para Minas Gerais; na antiga paragem de Rio Pardo (Atual Argirita - MG).

Estes são fragmentos da pequena família de sardos que, na imigração rara de 1897, permaneceram no Brasil. A maioria dos 6.144 sardos que veio e não se adaptou; retornou para a ilha da Sardenha alguns anos após a chegada. Meu bisnonno Giuseppe Cappai (No Brasil, José Capaz), então com 45 anos e sua esposa Maria Annica Gessa, 35 anos, trouxeram seis filhos de Villasalto, sul da Sardenha: Antonio (13 anos), Maria (10 anos), Salvatore (8 anos), Filomena (6 anos), Daniele (3 anos) e Raffaele (3 meses). Mas, meu bisnonno não retornou à ilha no mediterrâneo, porque em 1912 perdeu a esposa (15 anos após a chegada ao Brasil). Minha bisavó foi enterrada em Providência, distrito de Leopoldina. A família, apesar de pequena, se dispersou entre MG, RJ e ES.

Com a morte da esposa, Giuseppe (José Capaz) com 60 anos de idade, mudou-se com quatro dos filhos para o Estado do Espírito Santo. Não tenho informações onde faleceu e foi enterrado, talvez "descansa" hoje em Nova Venecia, Castelo ou Linhares, no Espírito Santo. Uma pista e uma intuição seria seu paradeiro junto aos filhos mais velhos (já falecidos), a partir da localização dos descendentes em municípios específicos do Espírito Santo. Busco contatos e pesquisas pela internet. Mas a pesquisa de campo só será possível em 2017, quando termino de acertar a formatura de uma das filhas, para que eu possa investir em viagens à Serra Capixaba.

Mas Michely L. Capaz trouxe esperanças às minhas pesquisas, depois de me fornecer a possível foto de meu bisnonno, seu Tataravô. Presto hoje, Dia de Finados, todas minhas reverências e respeito a este casal (Giuseppe e Maria Annica) que deixaram a ilha em 1897, para "fazer a América". Sem a ousadia e coragem deste casal de sardos, não existiríamos neste instante e nada disto seria possível. Tenho profundo desejo de localizar fotos deles e o túmulo onde estão enterrados. Alterei a lápide do túmulo de meu nonno, acertando o nome de nascença dele (Em aço), Raffaele Cappai, a data correta de nascimento e morte e o local de origem (Villasalto, em sardo "Biddesatu", que significa "cidade do interior"). Farei também estas homenagens ao jovem e intrépido casal, com seis filhos. E, em 2017, terei a publicação do tão almejado Livro "A ILHA QUE ATRAVESSOU O MAR". 

As fotos que Michely  L. Capaz forneceu dos arquivos de família, ainda estão por confirmar. Carecem de consultas aos idosos na sua família, residentes no Espírito Santo. Do lado de cá, no alto da Serra da Mantiqueira, em Minas Gerais, aguardo ansioso pelas notícias da Serra Capixaba. Por este contato, que me deixa tão próximo de ter notícias históricas de meus ancestrais, acenderei uma vela e rezarei a San Michele (São Miguel Arcanjo), Patrono de Villasalto, a terra de meus ancestrais e Protetor da longa travessia. Em homenagem ao Dia de Finados, coloco algumas fotos e imagens que fizeram a semana.


Grazie a Dio, sono Sardo.


Antonio Belizandro dos Reis Meireles, fazendeiro que contratou a família para colher café, em 1897. Publicação no Diário Oficial "Minas Gerais", do Navio Equitá, em Santos, avisando a chegada da Família Cappai. Foram enviados para a Hospedaria Horta Barbosa, em Juiz de Fora e, menos de duas semanas depois, foram de trem para a Fazenda Bela Vista, em Rio Pardo (atual Argirita - MG).

Tio avô Danielle Cappai, no caixão. As pessoas na foto carecem de identificação, cuja pesquisa está sendo feita pela Michely L. Capaz.

Foto do tio avô Danielle (terceiro de terno, assentado), tendo ao lado direito, possivelmente seu pai, José Capaz (Giuseppe Cappai), meu bisnonno. Tenho uma intuição que a foto foi rasgada, como forma de apontar que a esposa (Maria Annica Gessa) já não estava entre eles, pois falecera em 1912 e fora enterrada em Minas Gerais, no Distrito de Providência (Leopoldina - MG). Se assim for, a única foto que tenho do casal de ancestrais sardos, origem de minha família no Brasil, está pela metade. Ao lado deste enigma da família, tenho o falecimento de meu "nonno" Raffaele, em 06/09/1963. Minha avó Izabel, ouvindo os vizinhos de que o câncer de estômago era contagioso, queimou todos pertences no quintal, após o enterro. 


Família de meu "nonno" Raffaele Cappai. Meu pai João Capaz de Oliveira é o caçula, sentado na cadeira pequena. Na descrição de quem conhecia meu avô, era sistemático, trabalhador, habilidoso carpinteiro, honesto, falava pouco e enérgico na disciplina com os filhos.  

Foto de meu nonno Raffaele Cappai (No Brasil, Rafael Capaz), que viveu em Leopoldina - MG. Faleceu como sardo, não naturalizou brasileiro.

Foto fornecida por parente no Espírito Santo, de Salvatore Cappai. Ele se encontrava na Colônia de Imigrantes Italianos, num Evento religioso. É o terceiro adulto, da esquerda para a direita, de bigode.

Minha Tia avó, Maria Cappai, que não tinha uma das vistas, devido a um acidente que teve na colheita de uvas, quando pequena em Villasalto, na Sardenha.

Visita com meu pai no pequeno cemitério de Providência, onde foi enterrada minha bisavó Maria Annica Gessa. Não conseguimos identificar o túmulo, por falta de placas ou controle do cemitério; que está sob acompanhamento da Prefeitura de Leopoldina - MG.

domingo, 25 de setembro de 2016

5º ENCONTRO ANUAL DA FAMÍLIA MARRA

Acompanhamos com muita emoção o 5º Encontro da Família MARRA (23-25 Set./2016) em Pocinhos do Rio Verde, uma pequena vila turística no município de Caldas, a 1070 metros na Serra da Mantiqueira. Participaram 80 pessoas neste Encontro anual, evento que se deu no histórico "Grande Hotel", um hotel com 130 anos de Fundação. A confraternização anual da FAMÍLIA MARRA, bem à italiana cada ano, ocorre em locais diferentes nos locais turísticos da região sul mineira.

A Família Marra está forte e crescendo, agora com mais bisnetos porvir. Da veia poética e melódica italiana, como todo ano acontece, estava lá esbanjando musicalidade, o Marcos de Itajubá e filhos, o grupo "Cantigas de além mar" representando a família da Tia Margarete, Moema representando a Família do Tio Messias, entre outros. Sem esquecer dos brindes e lembranças no evento, carinhosamente feitos pelo Beto e Lena. Para registrar este memorável e alegre evento da família, deixo em meu Blog algumas fotos.

No evento deste ano comemoro uma novidade em minha família, o prazer de se tornar avô no início de 2017. Um brinde a todos pelo sucesso do evento e por dar-me a honra de participar desta alegre e participativa família.

Participantes do 5º Encontro da Família Marra.

Os cabeças honoráveis da Família Marra (Da esquerda para a Direita) presentes no evento, todos residentes no sul de Minas Gerais:    Marta, Messias, Marli, Marcília, Marcos, Marice e Margarete. 

Os "agregados" da Família na nobre função de perpetuar a família. Estou na foto também, como marido de Rosemara, meu presente da D. Marta Marra Kersul, esposa do saudoso carnavalesco "Mineirinho".


Nestas fotos, estou com a "patroa" Marita e meus "agregados" da segunda geração, o Gustavo e o Klayson Antônio (Dé), os Corintianos na área Rubro Negra...ssss


Nestas fotos, apresento como símbolos de Crescimento da Família Marra:  
Minha filha Gizelle comemorando o quinto mês de gestação do bisneto de D. Marta e o pequeno Vinicius, neto de Ricardo Marra Kersul, brincando no gramado do hotel.

Uma vista do Grande Hotel, local do 2º Encontro da Família Marra, em Pocinhos do Rio Verde (MG).

terça-feira, 6 de setembro de 2016

O APM e a Preservação da Memória da Imigração

O Estado de Minas Gerais tem um trabalho de preservação de documentos da imigração digno de elogios no país. Todo acervo da Hospedaria Horta Barbosa, de Juiz de Fora, que recebeu a maioria dos imigrantes no Estado, entre outras fontes, estão hoje armazenados com modernas técnicas de conservação no APM - ARQUIVO PÚBLICO MINEIRO, na capital mineira. Em respeito à memória de muitas famílias de imigrantes e seus descendentes, hoje é possível acessar o site do APM e localizar a família de nossos ancestrais, saber quantos vieram, a idade deles, o navio que os trouxe, a data de chegada, para onde foram após a saída da Hospedaria (inclusive a Fazenda e seu proprietário, que os contratou para mão de obra cafeeira), parentes que acompanharam e, se tiver sorte, documentos e fotos no acervo.

Para quem busca recompor a história, montar a Árvore Genealógica ou mesmo requerer a cidadania italiana ou outra, o APM é o caminho inicial. É muito emocionante localizar a história de nossos ancestrais, através deste serviço gratuito. Além do acesso às informações, o interessado poderá solicitar uma Certidão do APM, atestando a chegada dos parentes, pagando somente pelo serviço de correio. No meu caso, localizei no Banco de Dados do APM meu "nonno" e meus "bisnonnos" e também meus tios avós, que hoje tento localizá-los entre os Estados de Minas Gerais e Espírito Santo. O Estudo da Geneologia é fascinante, porque tudo que somos hoje são reflexos e heranças genéticas do passado. Podemos estar repetindo padrões comportamentais de nossos ancestrais, de forma imperceptível e contínua. Podem ser positivos ou negativos, mas sob minha percepção humanista, não cabe aqui quaisquer maniqueísmos. E há quem faça a "Constelação Familiar" como forma de buscar e atenuar os aspectos negativos de heranças perturbadoras, o que vejo como mera curiosidade neste mundo plural que vivemos. Ainda assim, conhecer nossa história familiar nos faz mais humanos e determinados para enfrentar as diversidades. Somos as sementes "testemunhas" de que a empreitada de atravessar o mar, deu certo...

A partir da pesquisa documental no APM, começa um terreno árido para quem pesquisa a ancestralidade, que esbarra em informações de antigos e abandonados cemitérios, poucas informações nas Prefeituras Municipais (onde geralmente o "coveiro" antigo faleceu e não há livros de registros), livros antigos e poucos elucidativos em Cartórios não informatizados do interior e, na maioria das vezes, os parentes idosos que pouco lembram e escassez generalizada de documentos nas famílias. No ambiente privado, a informação de parentes falecidos esbarra em crenças e religiosidades, onde os documentos geralmente eram enterrados ou queimados após o falecimento de seus donos. Havia a crença religiosa de que "pertenciam" aos mortos, enquanto os vivos continuam buscando por informações. A história familiar, na maioria das vezes, terminam em cinzas ou no esquecimento. Foi assim com o meu nonno Raffaele Cappai. Após a morte do nonno em 06 de Setembro de 1963, no Bairro Alto da Ventania, em Leopoldina, Zona da Mata Mineira, às 7 horas, idade 66 anos, causada por câncer de estômago. Minha avó Izabel da Conceição, ouvindo conselhos da vizinhança (segundo informações de meu primo), queimou todos seus pertences, porque o "câncer era contagioso". Certamente, muita história é queimada junto com estes documentos...

E reitero, com bastante veemência, a importância das fontes que nos permitem acessar documentos de época, como forma de recordar e reconstruir a história de nossos ancestrais. Por sorte, evoluímos muito e hoje há sites especializados, consultorias especializadas em Genealogia, pesquisadores nos países de origem que rastreiam documentos, a própria evolução tecnológica com o advento da internet, a informatização, a globalização e os Tratados Internacionais. No ambiente privado, as famílias já reconhecem o valor de preservar documentos, contar suas origens para filhos e netos, perpetuando assim a história familiar. Haverá um dia, dentro da disciplina de História ou Sociologia, um espaço próprio que oriente a Genealogia nas escolas brasileira, porque - tão importante quanto à história política e social do país - uma nação foi construída por mãos de imigrantes e seus descendentes. E esta história não pode ser esquecida pelo povo forte que somos...

Modelo de Certidão expedida pelo APM, em Belo Horizonte. Estes são meus ancestrais sardos, que a exatos 119 anos, possibilitou toda a existência de minha família no Brasil. Reverencio a coragem e determinação deles e agradeço minha existência. Agradeço ao APM, por esta emocionante descoberta, pela preservação dos documentos da grande imigração italiana.

Site do APM: http://www.siaapm.cultura.mg.gov.br/

sexta-feira, 24 de junho de 2016

A genealogia da Família "DUTRA"

Tenho também a genealogia dos "DUTRA", por parte de minha mãe genética Maria José Dutra Capaz, a qual perdi quando tinha três anos de idade. Ela faleceu com 24 anos, em 29/08/1967. Meus avós, por parte da mãe, são Aureliano Dutra Nicácio e Maria Vieira de Carvalho. São naturais de Leopoldina, Zona da Mata, Minas Gerais.

E como eu gosto de história e genealogia, temperada com minha formação acadêmica (jornalismo), coloco aqui no Blog, um pouco da história da Família Dutra, suas origens nas ilhas dos Açores, Ilha Faial, Portugal. Também sua recente trajetória na história da colonização do Brasil, com alguns personagens na história política de Minas e do Brasil. Antes da ocupação das Ilhas Faial, as origens mais antigas do DUTRA estão na antiga Holanda. Aponto também detalhes do Brasão da Família Dutra, num painel que montei para que os representantes da família guardem como lembrança.

Para registro, deixo as poucas fotos que tenho de meus avós e de minha mãe, minhas únicas lembranças de um passado distante. Em meu livro "A ilha de Atravessou o Mar", o qual pretendo publicar em breve, nomeio minhas origens como "GENÉTICA DAS DUAS ILHAS", porque por parte de meu avô, linha paterna, tenho origem na Ilha da Sardenha (Itália) e, pela linha materna, a Ilha Faial (Portugal). Não é à toa, que tenho meu Caiaque, gosto de navegar e pescar. Adoro peixes e, por pouco, quando formei em Agropecuária, não optei pela Engenharia de Pesca. Fiz bem em não ter buscado este caminho, porque tenho uma família maravilhosa hoje, casado com a Mara e com duas filhas muito amáveis e estudiosas, a Gizelle e a Giovanna. Por mais que planeje ou mesmo desencante com os rumos da história pessoal, a vida tem sempre a "cereja sobre o bolo", algo que nos encanta e estimula a prosseguir.

Agradeço minhas origens. Tenho orgulho de minhas raízes. Por tudo que sou hoje e pelas informações que me encantam no estudo de minha história, agradeço a Deus por tê-las encontrado. Estou completo no meu encontro, feliz e encantado pela história, mais ciente de minhas responsabilidades e mais humano, porque passei a compreender o sentido profundo de "ser família". Apesar de toda distância temporal e espacial, a família está impregnada em nossa alma, coração, lembranças e gestos. Está gravado além do DNA Mitocondrial, está na minha forma de ser e de estar, na minha presença. E, por tudo isto, estou mais consciente hoje. Quando se estuda a genealogia, entendemos nossa pequena e importante contribuição na árvore da vida, além do "Albero genealógico", porque semeamos parte de nós, de nossa família, para tornar o mundo melhor. E conhecer a nossa história é conhecer a informação hereditária e genética que, somada ao ambiente e nossa percepção de mundo, pode tornar este mundo melhor. É valorizar o núcleo famíliar, porquanto semente de uma grande espiritualidade que se forma, a partir de nossa contribuição, é colaborar efetivamente com a universal "arvore da vida". O estudo da genealogia, neste ponto do conhecimento e da percepção da espiritualidade, a meu ver, deveria ser disciplina essencial nas escolas. É o cimento que une pessoas, valoriza e respeita o outro, cria uma nação baseada na família. Em muitos países do velho mundo já atinaram para esta importante missão. De que adianta estudar a história das civilizações e do seu país, se não conhece a sua própria história familiar? Este é o ponto...

E aqui vai uma primeira pitada da genealogia dos "DUTRA".


Brasão da Família DUTRA e o histórico do sobrenome.



    
Meu avô Aureliano Dutra Nicácio e minha avó Maria Vieira de Carvalho, ambos falecidos em Leopoldina - MG


Minha mãe com meu irmão no colo (João Batista Dutra Capaz) e eu estava em gestação. Esta foto possivelmente tenha sido tirada em Ubá - MG.

PESQUISA:  José Capaz Dutra Cappai, jornalista (Univás/PA), especializado em Historiografia.